quarta-feira, 23 de abril de 2008

O galo e a pérola!

Era uma vez uma senhora que se chamava Leonor, e era muito pobre. Ela gostava muito de galos e vivia com um galo que falava. Esse mesmo galo chamava-se Jolie, Leonor tinha muito gosto no seu galo. Um dia, o seu galo fugiu, porque não tinha uma casa como ele gostava. A Leonor tinha muita estima pelo seu galo. Ficou muito, muito, muito triste, e decidiu ir à procura dele. Claro que a Leonor não o encontrou. Ficou tão desesperada que mandou fazer uma casinha para o galo, pois a Leonor ainda tinha esperanças de que o galo (Jolie) iria aparecer. Passaram-se semanas e semanas, até que o galo não aguentou as saudades que tinha da sua dona Leonor e voltou para casa.
A dona disse:
- Que saudades que eu tinha de ti! – Exclamou a Leonor.
- Eu também! - Respondeu o galo.
- Eu decidi fazer uma casinha para ti, visto que foste embora por causa de não teres uma. Eu fi-la!
Assim a Leonor e o galo ficaram bem. Estavam amigos e o galo adorou a sua casa. Mas houve um dia que a Leonor reparou que o galo tinha uma pérola amarrada ao pescoço. Como a Leonor era muito pobre, ela um dia, quando o galo estava a dormir, tirou-lhe a pérola e ao pegar na nela a sua casa transformou-se num castelo. Foi aí que o galo acordou!
- O que è isto? Éramos tão pobres!! – Disse o galo.
- Eu peguei na pérola que tinhas ao pescoço e isto transformou-se! – Disse a Leonor.
- Pois essa era a pérola que eu fui buscar quando fugi! – Disse o galo.
- Ah,! Agora percebo porque fugiste! – Disse a Leonor.
- Gosto muito de ti, por isso fui à procura da pérola que eu sabia que existia. Essa pérola dá para tu pedires tudo o que quiseres. – Disse o galo.
A dona do galo ficou eternamente agradecida ao galo e conseguiu dar-lhe as coisas que ele queria. A Leonor podia ter tudo… A Leonor ficou muito contente. Assim viveram felizes para sempre. A Leonor arranjou um namorado que gostava mesmo muito dela e casaram, a Leonor ficou na mesma com o galo e o Filipe que era o marido da Leonor passou a gostar muito do galo. Assim viveram felizes para sempre, os três no castelo.

Miriam, 7ºA

O cão e o mosquito

Um dia, num reino onde os animais falavam, estava um cão sentado a guardar a casa dos seus donos. Até que um mosquito pousou na casota e começou a chateá-lo. Depois de tanto sofrimento, o cão irritado saltou para o mosquito na tentativa de o comer. O mosquito conseguiu fugir mas depressa voltou, o cão desesperado começou a ladrar na tentativa que aquele mosquito chato e arrogante para-se de o chatear. O que o cão não sabia, era que havia um ladrão que tentava desesperadamente entrar pela janela das traseiras da casa. O ladrão estava assustado e nervoso por causa do ladrar do cão. Entretanto os donos do cão estavam a suspeitar o facto do seu cão estar a ladrar tanto. Decidiram ver o que se passava.Quando chegaram lá fora, viram o cão a ladrar sozinho. Os donos estranharam essa atitude por parte do seu cão, que era inteligente e destemido. Então decidiram ver á volta da casa e depressa avistaram o ladrão avisaram a policia, que sorrateiramente o apanharam. O ladrão foi julgado e preso, e o cão foi considerado um HEROI. E só de pensar que isto tudo só aconteceu por causa de um mosquito chato e arrogante , até me rio!...

Pedro, 7ºA
“A história das(a) meninas(a) de todas as cores”


Era uma vez três meninas muito divertidas, que estavam sempre com o sorriso nos lábios.
Adoravam passear pela natureza, mas os seus maiores “hobbies” eram realmente irem ás compras.
Elas adoravam estar na moda. A Lulu, a menina mais nova e que tinha cerca de 7 anos, adorava as cores do arco-íris; a Alicia, que tinha 14 anos, adorava cores garridas; e a mais velha, que tinha entre os 18 a 20 anos, gostava de todas as cores.
De facto, elas eram muito divertidas e depois com aquelas roupas... Bem, ficavam simplesmente magníficas.
Um dia, ao amanhecer, as três meninas acordaram, mas, de repente, olharam-se ao espelho e as três meninas estavam de todas as cores.
Elas muito assustadas, sem saberem o que fazer, decidiram ir tomar banho, mas aquelas cores não saíam dos seus cores.
Então optaram por irem ao médico. O médico examinou-as de cima a baixo e não conseguiu detectar o que se passava com aquelas três meninas. Nada feito!
Então elas foram para casa, todas preocupadas sem saber o que se passava com elas.
À noite apareceu uma fada a dizer que elas foram as premiadas para serem “as meninas de todas as cores.”
Como as meninas até gostavam muito de andar coloridas agradou-lhes a ideia.
Passados alguns dias, as meninas habituaram-se a andar com aquelas cores todas.
Pronto, assim aquelas meninas passaram a ser conhecidas pelas “meninas de todas as cores”

Daniela, 7ºA

terça-feira, 22 de abril de 2008

A boneca

Era uma vez uma linda menina chamada Anita que vivia numa casa muito grande com os seus pais, avós e seus empregados.
Anita estava entusiasmada, pois, no dia seguinte, fazia 8 anos. Sua mãe Susana vai sempre com ela comprar o seu presente, mas este ano, estranhamente, não foi. Anita estava muito curiosa e durante a noite foi ao quarto da mãe, à sala, à cozinha, ao escritório para procurara o presente mas não o encontrou. Então voltou para a cama dormir. No outro dia, logo de manhã ela acordou cedíssimo e foi logo tomar o pequeno – almoço. A sua empregada Maria deu-lhe logo a sua prenda: era um vestido. O seu pai, antes de ir para o emprego deu - - lhe um brinquedo e dinheiro, os seus avós roupa e sua mãe nunca mais lhe dava. Anita curiosa perguntou à sua mãe:
- Mãe, não me dás uma prenda?
- Já vai! Só estava à espera da hora de almoço, mas querê-la já?
-Sim, quero! E o que é?
-Já vais ver… É para ti e muitos parabéns, Anita.
- Obrigada, muito obrigada, é muito linda! Vou chamar-lhe bela. Gostas do teu nome, linda boneca?
Quando todos pensavam que ela não iria responder, a Bela disse:
- Gosto, é muito bonito.
Todos ficaram admirados! Anita, ao ouvi-la atirou-a para o chão e, com medo. Abraçou a mãe dizem - do:
- Mãe, ela fala é mágica …
-Deve ser, minha linda! Amanhã vamos levá-la à loja.
No outro dia, Susana e Anita foram à loja e perguntaram ao dono da loja se a boneca era mágica, ao que o senhor respondeu:
- Sim, é.
- Mágica?! Ela fala, faz tudo o que uma menina faz! -disse Anita.
- Sim, quem é carinhoso para estas bonecas, elas começam a fazer tudo como uma menina.
- Fixe, eu sempre quis ter uma irmã e, ó mãe, nunca me destes a agora já tenho, obrigada mãe! Foi a prenda mais bonita que eu tive.
- Ainda bem que gostaste e já agora temos de - lhe comprara roupa, sapatos, uma cama, tudo…Vamos a uma loja?
- Sim, vamos, eu adoro-te mãe. És a melhor do mundo.
Anita e a sua mãe compraram de tudo para a Bela e, quando chegaram a casa, contaram à família a história da boneca. Todos ficaram contentes e assim ficaram com mais uma menina em casa. Anita era a mais contente de todos, pois ficou com uma irmã que nunca teve.

Cristina, 7ºA
As duas velhinhas

Há muitos anos, lá no outro lado do mundo, conta a lenda de um certo país onde aí moravam duas raparigas muito bonitas!
Nesse mesmo país houve um sismo, causando danos quase totais: os prédios caíam como se fossem folhas a cair de uma árvore, os automóveis e veículos estremeciam como se estivessem com frio, as pessoas não se conseguiam manter em pé e gritavam desesperadamente, tentando fugir, embora não conseguissem, para um lugar sem destino.
Conta a lenda que esse foi o acontecimento mais catastrófico de todos os tempos e que foram encontradas mais de 25.000 pessoas sem vida. Dizia-se que ninguém conseguira resistir a esse sismo.
Um rapaz chamado André, e que era apaixonado pela vida e pelo jornalismo, queria fazer uma entrevista sobre esse tal sismo, mas pensava: “ se ninguém sobreviveu como conseguirei fazer uma entrevista?”. Essa era a sua grande questão!
Resolveu procurar e, quando estava quase a desistir, lembrou-se de espalhar cartazes a dizer que quem tivesse assistido ao sismo deveria contactar o número: 912583685.
Durante muito tempo ninguém apareceu, mas as duas rapariguinhas que viveram no país onde ocorreu o sismo, já agora velhinhas, resolveram contactar o tal jornalista.
O André, o jornalista, nem queria acreditar quando apareceu alguém que podia fazer com que subisse na sua carreira. Mas, por fim, acalmou-se e começou a entrevista. As duas velhinhas, que quase nem conseguiam falar, pois a idade não as ajudava e os nervos também não facilitavam, ficavam muito nervosas quando falavam sobre o acontecimento.
Mas felizmente conseguiram acabar a entrevista, contando o que se tinha passado, o que construíram, o como sobreviveram e como se encontraram. Essas eram as principais perguntas da tal entrevista.
Assim as duas velhinhas ficaram conhecidas como: as duas grandes mulheres da história mundial.

Inês, 7ºA
A Sereia e a Estrela-do-mar

Era uma vez, no tempo da magia, uma linda sereia chamada Ariel.
Ariel era uma criança bonita, feliz e, sobretudo, muito, muito alegre, pois tinha tudo o que uma sereia poderia ter.
Até que um dia os pais desapareceram do grande oceano onde viviam, mas Ariel, como era muito pequenina, não se apercebeu do que se passara, embora sentisse a falta dos pais.
Os anos foram passando e Ariel estava cada vez mais bela e crescida. O seu grande objectivo na vida era encontrar aqueles que ela mais amava: os seus pais.
Todos os dias a bela sereia fazia uma caminhada pelo oceano, mas as suas buscas não davam em nada. Então Ariel começou a chorar sobre uma pedra.
Por entre as algas surgiu uma pequena estrela-do-mar que logo perguntou:
- Que se passa?
- Sou eu que estou cansada de procurar os meus pais, que desapareceram quando eu tinha 4 anos.
- A sério?! Não desanimes… eu vou ajudar-te e encontrá-los-ás.
E assim foi! A pequena estrela-do-mar ajudou a nossa sereia.
Num desses dias em que as duas amigas foram procurar os pais de Ariel, ela encontrou um dito “ príncipe encantado “. Nesse mesmo momento ele perguntou o que se passava na vida dela, pois ela estava muito triste. Ela contou-lhe e ele também se ofereceu para ajudá-la na sua tão intensa procura. Com o passar de tempo, foram-se conhecendo melhor e começaram a namorar.
No dia seguinte, foram até aos confins do oceano. O tão esperado dia deles (principalmente de Ariel) chegou. Encontraram os pais dela que tinham sido raptados e escravizados.
Os três amigos avançaram para as tirarem dali. Tiveram sorte, porque o seu raptor estava a dormir. Finalmente chegaram a casa e aí, Ariel apresentou-lhes a sua amiga estrela e o seu namorado. Eles também lhes contaram o que se passou quando foram raptados. Depois de matarem as saudades todas e estar tudo esclarecido, realizou-se o casamento mais lindo do oceano, entre Ariel e o seu noivo, com muitos convidados e um farto banquete e com participação especial dos seus pais e é claro da sua melhor amiga: a estrela-do-mar.

Eduarda, 7ª A
O poder de uma dança!

Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noite por holofotes.
Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta à avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.

Inês Sousa, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma grita que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, a gruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma cahave, leram a mensagem que dizia que quem encontra-se o tesouro o aproveita-se para fazer o bem, pegaram na chave abriram o baú e lá encontrava-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas
Os músicos saltitantes

Num belo palácio, na Austrália, vivia um lindo príncipe chamado Baltazar.
Baltazar vivia num mundo de sonho. E ele adorava a poesia e fazia belos poemas.
No palácio trabalhava uma bela moça, que trabalhava de noite e de dia, nem tempo tinha para dormir. Mas ela era uma das mais belas moças daquele palácio.
Um dia, ela e o príncipe cruzaram-se no corredor. Ele nunca a tinha visto, mas foi amor à primeira vista.
O príncipe não teve coragem de falar com ela, mas houve uma troca de olhares muito intenso.
A partir desse momento, príncipe andava muito feliz e cada vez os seus poemas eram mais belos, mas quando ele percebeu que ela uma simples empregada, também percebeu que o seu amor era impossível.
Numa manhã, eles encontraram-se no corredor e ele disse-lhe que queria casar com ela, mas ela disse que não podia e fugiu. Encontrou no jardim uns músicos saltitantes. Eles falavam a cantar e logo Ise adorou os músicos e ficaram amigos.
Os músicos eram feitos de pedra mas falavam. Mexiam-se, mas só tinham a cabeça.
Ise contou-lhe a sua história com o príncipe Baltazar e os músicos aconselharam-na a fugir com o príncipe, porque o rei nunca iria aprovar o seu namoro.
No outro dia, havia uma festa no palácio e o rei descobriu os músicos. Obrigou-os a ir cantar ao baile mas os músicos não queriam. No entanto, foram obrigados, pois se não cantassem eram destruídos. O baile era para arranjar uma noiva para o príncipe Baltazar.
O príncipe, à ultima da hora, decidiu não ir ao baile.
Ele foi ter com a bela Ise e fugiram do palácio. Porém Ise, antes de partirem disse que não podia ir sem levar os seus amigos músicos saltitantes. E assim foi! Eles fugiram e levaram os músicos com eles.
Enquanto o rei e as suas tropas andavam à procura do príncipe, enquanto todas as suas pretendentes choravam, Baltazar e Ise estavam felizes no seu barco com os músicos a cantarem a música “Innocence”.
Helena Catarina, 7ºA


Os 10 anõezinhos da tia Verde - Água

Era uma vez uma senhora que andava ás compras, num supermercado e viu 10 meninos com muita fome.
A senhora foi junto deles e perguntou-lhes:
- O que fazem aqui junto da estrada?
Um dos meninos disse:
- Nós não temos pais e temos muita fome.
A senhora pegou neles e levou-os para casa. Em casa, a senhora Verde – Água deu – lhes de comer.
Quando eles já tinham comido, estiveram todos a pensar em nomes para os 10 meninos.
Para o mais pequeno ficou Francisco; para o de 3 anos André; para o de 5 anos Pedro; para o de 7 anos Tiago; para ode 8 anos Xavier; para o outro que era o mais rebelde colocou-se o nome Emanuel e o mais velho chamava-se Leonardo e tinha 19 anos.
Passado algum tempo, os meninos começaram a chamar à senhora tia Verde – Água.
A tia deles levou-os ao médico. Ele descobriu que os meninos eram anõezinhos.
Ela era mágica e fez uma poção e os meninos cresceram, começaram a estudar e os mais velhos trabalhavam.
Os 10 anõezinhos e a tia Verde – Água, juntos, seguiram as suas vidas.

Luís, 7ºA

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Uma linda Moura

Era uma vez, lá para o oriente, um lindo e grande castelo onde vivia uma moura, com uns cabelos loiros, alta, com a cara da cor de uma rosa e que se chamava Érica. Certo dia, enquanto passeava no jardim que tinha umas lindas flores e uma erva verdinha, o seu mordomo entregou-lhe uma carta acompanhada com uma rosa vermelha, a sua cor preferida. Érica encantada, abriu e viu uma linda declaração de amor de um mouro que habitava no castelo ao lado. Ela, alegre, foi ter com ele e, quando lá chegou, ele estave na sala dos bailes. Quando ela entrou a correr, ele disse:
-Eu vi logo que virias e, por isso, vim para aqui esperar-te para fazeres o meu pedido.
-Pedido? Que pedido?!
-Na rosa vinha um papel a pedir-te para antes de vires ter comigo trazeres o teu lenço para dançares para mim a tua dança do vento.
-Não reparei, mas eu vou buscar o meu lenço e danço para ti com muito gosto, está bem?
-Não, eu adiantei-me. Pega é para ti.
-Obrigada! É lindo! É vermelho, a minha cor preferida, obrigada!
Erica disse-lhe isto e Dominique deu-lhe um beijo, pedindo-lhe para dançar. Érica não perdeu tempo, pegou no seu lenço e começou a dançar.
Dominique, encantado com a sua dança, pediu-lhe em casamento. Érica, com um sorriso na cara, respondeu:
-Sim, claro que sim!
E começou logo a pensar no dia em que tal se ia suceder. Mas Dominique tratou de tudo e disse-lhe que se casariam no dia seguinte.
-Amanhã? Estás a brincar!....
-Não, eu amo-te e quer casar-me contigo.
No dia seguinte, Érica tinha de fazer um discurso e Dominique também. Então começaram:
-Érica, és poderosa e linda e eu amo-te mais do que tudo.
-Dominique, só quero dizer que te amo.
Beijando-se, os convidados começaram a bater as palmas, dizendo:
-viva aos noivos, viva aos noivos!

Cristina, 7ºA