Cada dia que passava, o rapaz encorajava-se e vivia o dia-a-dia como se fosse o último, aproveitava-os da melhor forma. A rapariga, um dia, pensou que podia ajudá-lo e decidiu ir morar com ele os últimos meses da sua vida.
Sem que ele soube-se o que ela andava a planear, certo dia ela foi ter a casa dele. Bateu à porta e :
- Olá!!! – disse o rapaz cheio de alegria, beijando-a com mil e um beijos.
Mas ele reparou que ela trazia muitas malas e, vendo isso, perguntou:
- Para que são tantas malas? - perguntou o rapaz com curiosidade.
- Já que não podes ir ter com a maior alegria, vem a alegria ter contigo! – exclamou a rapariga com ar de quem também tem o último dia para viver.
Já sentados no sofá, a rapariga perguntou:
- Mas afinal qual é a doença que tu tens? – perguntou a rapariga com ar curiosa.
-É um cancro da pele, já num estado pouco avançado... – disse o rapaz quase a chorar.
- Mas esse cancro não tem cura? – inquiriu a rapariga cheia de esperança.
- Tem, mas a probabilidade de cura é pouca. Disse-me o médico que numa percentagem até cem por cento de probabilidades era de mais ou menos de vinte por cento – respondeu o rapaz já com as lágrimas à flor da pele.
- Pensa comigo... – disse a rapariga – O tratamento na Holanda é setenta por cento eficaz e demora mais ou menos um mês e meio. Se fossemos já, mesmo que não dê resultado, ainda ficas com um mês para aproveitar a vida e também não custa nada tentar! – Exclamou a rapariga com imensa esperança.
O rapaz concordou e, enchendo-se de entusiasmo, gritou em cima do sofá:
- Eu vou conseguir!!! Eu vou para a Holanda hoje!!!
E lá foram eles entusiasmados com alegria para a Holanda.
Passado um mês e meio de muito esforço e aplicação, eles conseguiram superar o maior desafio das suas vidas, curar o cancro.
Quando chegou a Portugal, o rapaz deu uma entrevista à TVI e disse uma frase muito importante:
Sem que ele soube-se o que ela andava a planear, certo dia ela foi ter a casa dele. Bateu à porta e :
- Olá!!! – disse o rapaz cheio de alegria, beijando-a com mil e um beijos.
Mas ele reparou que ela trazia muitas malas e, vendo isso, perguntou:
- Para que são tantas malas? - perguntou o rapaz com curiosidade.
- Já que não podes ir ter com a maior alegria, vem a alegria ter contigo! – exclamou a rapariga com ar de quem também tem o último dia para viver.
Já sentados no sofá, a rapariga perguntou:
- Mas afinal qual é a doença que tu tens? – perguntou a rapariga com ar curiosa.
-É um cancro da pele, já num estado pouco avançado... – disse o rapaz quase a chorar.
- Mas esse cancro não tem cura? – inquiriu a rapariga cheia de esperança.
- Tem, mas a probabilidade de cura é pouca. Disse-me o médico que numa percentagem até cem por cento de probabilidades era de mais ou menos de vinte por cento – respondeu o rapaz já com as lágrimas à flor da pele.
- Pensa comigo... – disse a rapariga – O tratamento na Holanda é setenta por cento eficaz e demora mais ou menos um mês e meio. Se fossemos já, mesmo que não dê resultado, ainda ficas com um mês para aproveitar a vida e também não custa nada tentar! – Exclamou a rapariga com imensa esperança.
O rapaz concordou e, enchendo-se de entusiasmo, gritou em cima do sofá:
- Eu vou conseguir!!! Eu vou para a Holanda hoje!!!
E lá foram eles entusiasmados com alegria para a Holanda.
Passado um mês e meio de muito esforço e aplicação, eles conseguiram superar o maior desafio das suas vidas, curar o cancro.
Quando chegou a Portugal, o rapaz deu uma entrevista à TVI e disse uma frase muito importante:
- Portugueses, vou dizer-vos umas palavras...
Nunca desistam de um desafio, mesmo que este seja quase impossível…
Luis Filipe,n.º16, 9.ºA











