terça-feira, 19 de maio de 2009

O país dos gnomos

Era uma vez um menino muito curioso, que tinha 10 anos e que se chamava Bruno. Ele tinha olhos azuis, era alto e tinha cabelos loiros.
Numa bela tarde, ele foi dar um passeio ao jardim mais bonito e encantador que ele já alguma vez tinha visto.
Esse jardim despertava-lhe uma enorme curiosidade. Decidiu então ir para cima de um tronco de uma árvore e viu que lá, no topo da árvore, havia muitas casas pequeninas e muitos gnomos. Mas, quando eles o viram, desataram a correr para dentro de suas casas, com medo que o Bruno lhes fizesse mal.
Depois ele disse que não lhes queria fazer mal e eles fizeram um feitiço para ele ficar mais pequeno. Ele ficou um gnomo como eles.
Ele ficou encantado, ele nunca tinha visto o País dos gnomos.
Desde então, todas as tardes, ele começou a ir a esse jardim, para ir ter com os seus amigos gnomos.
Ele no País dos gnomos não fazia nada, pois os gnomos faziam-lhe tudo para ele não ir contar aos outros seus amigos onde os gnomos viviam.
Um dia, um dos gnomos decidiu não lhe fazer mais nada, pois eles estavam muito cansados.
O Bruno ameaçou-os dizendo que ía contar aos seus amigos onde eles viviam. Eles não se importaram e voltaram ao trabalho, normalmente.
O Bruno como viu que eles não se importaram com aquilo que lhes disse, foi para sua casa pensar.
No outro dia, foi ter com os gnomos e pediu-lhes desculpa por tudo o que lhes tinha feito. Eles aceitaram o pedido de desculpas e perguntaram-lhe se ele ainda queria continuar lá, no País dos gnomos.
O Bruno respondeu que sim e prometeu que os ajudava a fazer tudo o que eles quisessem. A partir daí, o Bruno ficou para sempre no País dos gnomos, transformando-se num verdadeiro gnomo.

Andreia, 7ºC, nº8

A Bruxa que destrói a aldeia

Era uma vez uma bruxa muito má, mas mesmo muito má, que ficava feliz com a tristeza dos outros.
Ela chamava-se Gertrudes e tinha muitos anos... já nem se conseguem contar. Mas ela tomava uma poção mágica e nunca ficava velha.
Ela detestava aquela aldeia e os que lá viviam.
Então pôs-se a pensar num plano para destruir a aldeia.
Passado algum tempo, teve uma ideia magnífica.
Pegou na sua varinha mágica, apontou para as árvores todas da aldeia e elas ficaram murchas. Parecia que tinham morrido…
Depois foi para junto das plantas e estas morreram todas.
Entretanto foi para o lado dos animais e a maioria dos animais fugiram. Mas os mais lentos ficaram para trás.
Depois apareceram as fadas e os habitantes da aldeia para pararem a bruxa Gertrudes.
Ela apontou a varinha mágica para eles, mas eles usaram a sua varinha para a combater o seu feitiço, que foi contra ela. Ela morreu então.
Então as fadas usaram o seu poder para pôr a aldeia alegre outra vez.
Todos os habitantes da aldeia ficaram felizes por se terem livrado da bruxa Gertrudes.

Andreia, 7ºC, nº8

Reflexão sobre os Direitos da Criança

Toda a criança, logo à nascença, tem o direito a ter um nome, sendo assim registada. Foi isso que aconteceu com todos nós e que acontecerá a todos os meninos que vierem ao Mundo.

O amor dos pais é fundamental para o nosso crescimento; assim como um lar bem estruturado e envolto de harmonia.

A alimentação saudável e a educação também são indispensáveis para o nosso desenvolvimento físico e psicológico. Só através da cultura se pode ser um cidadão activo e participativo na Democracia.

Toda a criança tem direito à educação gratuita, a fim de se preparar para um futuro, que é tão incerto nos dias de hoje. Por isso, ela deve instruir-se, deve ler, deve procurar as diferentes formas de expressão, para se afirmar na sociedade que a envolve. É isso que nós tentamos fazer: estudar para ser alguém!

A criança também tem de ser protegida de todo o tipo de negligência, pois o rapto, o tráfico de menores e as drogas invadiram o nosso meio, querendo ficar entre nós. Como tal, compete ao Estado e a todas as instituições competentes providenciar todos os meios que conduzam à nossa protecção. É tão frequente ligarmos a televisão ou o rádio e ouvirmos que uma criança foi raptada e não foi encontrada, que o gang X foi preso por tráfico de droga ou que uma criança foi espancada com violência. Mesmo junto de nós, na nossa terra, encontramos estas situações. Alguém age? Muitas vezes não sabemos... e é triste isso!!!

Bom, temos consciência que existe uma tal Convenção Mundial do Direito da Criança, mas também temos a certeza que nem todos os Direitos são cumpridos e seguidos... Ainda que muita gente tente proteger-nos; existem outras que estão constantemente a violar as leis estipuladas.

A turma do 7ºC e a prof. Sofia

terça-feira, 5 de maio de 2009

Os últimos três meses de Vida - Continuação do conto "Uma Esplanada sobre o Mar"


Depois do rapaz ter dito que tinha apenas 3 meses de vida e pouco mais, a sua namorada ficou “petrificada”, ou seja, em estado de choque.
- O quê!!! Não pode ser verdade!!! Tu estás a brincar comigo.
-Infelizmente não! Quem me dera a mim que estivesse a brincar. Mas não... isto é a mais pura e cruel das verdades.
A rapariga estava cada vez mais chocada com a frieza como o rapaz dizia que ia morrer e com a maneira como ele falava, parecendo que não estava nada preocupado com o facto de apenas ter 3 meses de vida.
A rapariga, muito esperançada, disse:
-Já agora que tipo de doença tens?
-Tenho um cancro maligno no estômago. Mas quero dizer-te que nestes meus 3 meses de vida quero vivê-los intensamente contigo, como se não tivesse doença nenhuma.~
-Ok, amor! Vamos viver como se nada tivesse acontecido.

Passados três meses mais ou menos, eles foram passear para a praia e sentaram-se na mesma esplanada. Estava um dia quente e o sol estava a fugir. Enfim estavam num autêntico clima romântico.
O rapaz disse:
-Amo-te.
E, ternamente, deita a cabeça sobre as pernas da rapariga e voltou a dizer:
-Amo-te muito. - Disse ele muito alto.
-Também te amo muito.
O rapaz riu, fechou os olhos e assim morreu num ambiente de enorme tranquilidade.

Diogo António, 9ºA

Continuação do conto "Esplanada sobre o mar."

Ele explicou tudo à rapariga, num grande sofrimento. Ela, ao perceber melhor o que se estava a passar, sufocou num choro profundo, e disse ao rapaz:
-Vamos conseguir curar-te, amor!
Ele respondeu:
-Não há cura possível...
Ela disse-lhe:
-Vamos aproveitar os três últimos meses que te restam! Vamos ser felizes durante o tempo que nos resta!
Ele deu-lhe um grande beijo, cheio de amor.
Aproveitaram os seus últimos meses, como se calhar ninguém o faria. Amaram-se de verdade e foram felizes enquanto puderam.
Ele, infelizmente, acabou por falecer. Ela não aguentou o sofrimento de perder o amor da sua vida e morreu de desgosto.
Foram um casal feliz durante toda a sua vida e, perante as dificuldades, nunca deixaram de se amar.

Hugo Baldaia, Nº13, 9ºA

Continuação do conto "Uma Esplanada sobre o Mar", de Virgílio Ferreira

A rapariga olhou nos olhos do rapaz e perguntou-lhe novamente :
-Mas que se passa contigo ? Continuo sem entender !-Disse a rapariga.
O rapaz, com uma lágrima escorrendo-lhe pela face, disse:
-Vou morrer .... e a minha doença não tem cura ...
A rapariga agarrou-se a ele a chorar e disse:
-Se vais morrer, eu vou junto contigo.
-Que ideia parva! Ainda tens muitos anos pela frente. _Disse o rapaz , enquanto uma lágrima escorria pela face.
-Eu AMO-TE e não vou conseguir sobreviver sem ti! - Disse a rapariga.
-Eu também te amo , mas o médico já não pode fazer mais nada.Está a chegar a minha hora .
O rapaz agarrou a mão da rapariga e disse:
-Promete-me que vais cuidar de ti...
A rapariga respondeu:
-Prometo , mas vou viver com muito sofrimento.

Ambos se abraçaram e cada um foi para o seu lado.

Tânia, 9ºA, Nº25

Os músicos encantadores




Era uma vez…, mas o quê é que era uma vez?
Ah! Já me lembro! Era uma vez uma banda, uma banda de músicos muito especial. Abanda parecia normal, mas quando os músicos começavam a tocar encantavam toda a gente que os via e ouvia. Faziam uma coisa que mais nenhuma banda de músicos se lembraria de fazer: tocava as melhores cantigas do Mundo.
Tocavam muito bem. As suas músicas eram melhores do que as sinfonias de Mozart e do que as músicas dos System of a Down.
Mas não era isso que encantava as pessoas. O que as encantava era alguma coisa que eu me esqueci! Digo-vos depois…

A banda tinha fãs entre os seis e os oitenta e cinco. Eram quase oitenta anos de diferença entre o mais novo e o mais velho.

O senhor António tem oitenta e cinco anos e é o mais velho da banda, também é o fundador da banda. Ele é o bisavô do Sérgio, o mais novo da banda. O senhor António tocava caixa e ainda tinha muita genica. O Sérgio, o seu bisneto, apenas levava a bandeira da banda. Eles eram os principais líderes da banda, da banda especial.
Um dia, foram a uma festa, em Costance. Toda a gente adorou, pois nunca tinham visto nada assim. Foi lindo, fascinante, fenomenal! Então com aqueles saltos e piruetas que faziam os fantásticos músicos…
Oh! Já disse o que eles faziam de tão fascinante!
Faziam concertos lindos, fascinantes, fantásticos, brilhantes que encantaVam meio Mundo. Tornaram-se assim uma famosa banda.

Mas muito tempo depois, cerca de dezassete anos depois, o senhor António morreu. Toda a gente ficou tristíssima... Já não tocavam como antes e não faziam aqueles saltos tão espectaculares! ...até que o Sérgio, já com vinte e três anos, decidiu reunir a banda e disse aos músicos:
-Em honra do meu bisavô, temos que voltar a tocar e a saltar como antes!
Todos os membros da banda disseram:
-Sim, vamos a isso!
A partir daí, voltaram a tocar e a saltar e, ainda que sem o senhor António, voltaram a impressionar tudo e todos!

Vítor, 8ºB

Hotel Prazer

A família Mendes foi passar férias à Serra da Estrela e ficou instalada no Hotel Prazer.
O hotel foi construído recentemente e, devido à sua popularidade, o dono do hotel mandou aumentar o edifício. Os quartos eram espaçosos e confortáveis, mas a varanda era pequena. Cada quarto tinha uma casa de banho privada e as janelas ficavam viradas para a pista de ski.
A família Mendes era constituída pelo pai André, pela mãe Maria e pelos filhos Miguel e Carlos, que eram gémeos. Com a família foi também o cão chamado Bolinhas e a gata Estrela.
Apesar de tudo isto, todos os dias os irmãos Miguel e Carlos e os seus pais iam para a sala de televisão, para a sala de jogos jogar bilhar ematraquilhos, … iam para os jogos de vídeo e até iam ver as grandes corridas de ski. Depois das grandes corridas, eles acabavam por praticar o desporto. Por fim, iam tomar banho e ir para as suas camas dormir.

Alunos do 8ºC

O Príncipe Daniel

Era uma vez um príncipe, chamado Daniel, que habitava numa ilha que se chamava a Ilha Da Vinci. Era uma ilha cheia de rosas, malmequeres, orquídeas, entre outras. Na ilha ao lado, morava uma bela princesa, que se chamava Juliana. Ela era bela, tinha um cabelo loiro e muito comprido, tinha também uma pele muito suave e amarelinha, …
Certo dia, o príncipe Daniel foi dar uma volta de barco e, de repente, reparou que o seu barco estava encalhado na areia da ilha onde a princesa Juliana morava. O príncipe, muito espantado por ter visto aquela bela ilha, desceu do barco e foi dar uma volta pela mesma. Passou durante horas e horas e, como estava muito cansado, decidiu parar por ali. Passado um tempo, ele avistou um grande castelo no cimo de uma montanha. Esse castelo era onde a princesa morava. O príncipe, muito curioso, decidiu ir até lá. Andou, andou e andou mais um bocado até que, por fim, chegou ao castelo. Os guardas do castelo perguntaram quem era ele? Depois de responder, eles abriram os portões e foram anunciá-lo ao rei. O rei recebeu-o de bom agrado e, depois de muito falarem, o rei da ilha decidiu apresentar-lhe a sua filha e os dois apaixonaram-se, acabando por se casar.