No dia 3 de Janeiro, a família Viana Levi decidiu ir dar uma volta. Nessa família existiam as seguintes pessoas: D.Margarida (mãe); Dr. João (pai); D.Helena (filha do meio); D.Bárbara (filha mais nova); e o D.Vítor (filho mais velho). Ao anoitecer voltaram a casa, pois começou a chover torrencialmente. Foi nesse momento que tudo aconteceu! A D.Margarida decidiu ir para a cama, pois já estava muito cansada, o Dr.João foi acabar de fazer um trabalho, o D. Vítor foi estudar, porque tinha um teste no dia seguinte, e ficaram as duas irmãs a ver televisão. Uma delas a Bárbara (filha mais nova) disse para Helena (filha do meio):
-Lena, vou ter que ir até lá fora! (disse com medo)
-Está bem, mas nao queres que eu vá contigo? É que esta a chover muito e pode falhar a luz a qualquer momento. (disse preocupada).
-Não, deixa estar, não te preocupes! (disse com medo)
-Está bem, mas despacha-te!
-Está bem, mana galinha... Tchau.
Lá foi a Bárbara e disse a pensar para ela:
-Uh!!! Ainda bem que eu consegui convencer a minha irmã... Se ela me vi-se com o Manuel (namorado) ela matava-me (disse pensando para ela).
Mas o que ela não sabia é que a irmã dela (Helena) ia a segui-la. Com um bocado de receio lá foi a Bárbara pelo meio do jardim. E foi aí que Bárbara foi assassinada com várias facadas e também foi espancada. A Helena, quando se deparou com aquilo, chorou imenso (no momento em que ela foi assassinada, a luz falhou, logo Helena não viu absolutamente nada). Gritando com todas as suas forças, chamou pela família.
No dia seguinte, já a Bárbara tinha analisada por um médico. Todos estavam muito tristes e o namorado (Manuel), quando soube, ficou tristíssimo.
Passado alguns dias, a Helena pensou:
-Será que aquele tal Manuel era o namorado da minha irmã?
E decidiu ir procurar nas coisas da Bárbara. Lá encontrou várias cartas de amor e muitas fotografias deles os dois, mas numa dessas cartas estava escrito:
- «No dia 3 de Janeiro pelas 22h.30, vem ter comigo ao jardim, porque tenho uma surpresa para ti.»
Helena pensou logo que ele a tinha morto. Nesse mesmo dia, chegou lá a polícia judiciária. Fez várias perguntas a todos os membros da família, até que chegou a vez da Helena. Ela decidiu contar-lhes e dizer-lhes que descofiava dele.
Nesse mesmo dia, a judiciária foi a casa do Manuel (namorado da Bárbara) e perguntou-lhe:
-No dia 3 de, Janeiro, pelas 22h.30, foste ter com a Bárbara Viana Levi, ao jardim dela?!
-Fui, mas não fui eu que a matei, pois não cheguei a tempo, por causa da chuva torrencial que caiu durante um bom bocado de tempo. Eu fiquei retido na estrada, por causa de um desabamento de terra. (disse com medo).
-Tem testemunhas?
-Não, mas tem que acreditar em mim.
O tempo foi passando até que a polícia descobriu que o Manuel tinha mentido. E tornou a ir a casa dele fazer outro inquérito. Mas ele negou tudo.
Passado mais algum tempo, a Helena descobriu uma pista contra a mãe (Margarida) e o pai (João). A empregada disse a Helena que o seu pai e a sua mãe tinham saído durante a noite.
No dia 6 de Fevereiro, chegaram os elementos da polícia judiciária à mansão e disseram:
- Já sabemos quem matou a menina Bárbara Viana Levi. Além de isso andaram a dizer que a D.Margarida e o Dr.João Viana Levi tinham saído durante a noite, mas foi tudo mentira!
-Os assassínos foram: A D.Helena Viana Levi e Manuel Castro (namorado).
A D.Margarida e o Dr.Joao disseram:
-O quê a minha filha?!?
-Sim...
-Não, mãe não fui eu.
-Foste sim, porque tu e o Manuel encontraram-se nessa mesma noite uma hora antes e também descobrimos que eram amantes. D.Helena tinha inveja da sua própria irmã, e o Manuel só a queria para lhe roubar o dinheiro todo.
-Não pode ser, a minha filha. Nãooooo!!!
Lá foram os dois presos, por muitos e muitos anos!!!
Diana, 8ºC
Moral da história: 