segunda-feira, 24 de março de 2008



Boa Páscoa e continuação de boas férias




A Páscoa acontece no tempo da Primavera, quando as árvores florescem e os campos ficam plenos de flores multicolores.

Também nós devemos seguir o ciclo normal da vida: despertar e ressurgir de um tempo mais escuro.
Por isso, espero que esta Páscoa vos traga muitos docinhos, nomeadamente alegria, paz, saúde e prosperidade nos estudos.

Beijos de óptima interrupção lectiva e segunda-feira aí estaremos de novo, na escola, para darmos continuidade ao nosso trabalho.


sexta-feira, 14 de março de 2008



O amor à primeira vista

Num país longínquo, lá para o Oriente, vivia uma linda moura chamada Sofia. Era de uma beleza tão rara que todas as pessoas gostavam dela. Não só era linda como também era muito bondosa. Tinha cabelos compridos e olhos azuis e se havia coisa que ela sabia fazer bem era a dança do ventre.
Um dia chegou um novo habitante a aldeia. Era um vendedor e estava lá mesmo por causa disso. E então foi ao castelo da linda Sofia vender os seus produtos. Quando chegou e deu de caras com Sofia, apaixonou-se rapidamente por ela e ela por ele. Passados muitos dias, o seu AMOR falou mais alto e eles ficaram juntos, até que um dia ele preparou uma grandiosa surpresa para Sofia. Chegou a noite e eles viveram esse dia como se fosse o último.
Então Sofia lembrou-se e dançou para ele com um lenço vermelho, cor do amor.
Alguns dias depois, ele teve de partir, mas prometeu a Sofia que voltaria. Mas a verdade foi que ele nunca mais voltava. Então Sofia mandou-lhe uma carta que dizia para ele voltar. E assim foi… poucos dias mais tarde, ela recebeu resposta a dizer que voltaria na Quarta-feira desta semana. Juntamente com a carta vinha uma simples erva que servia para que ela nunca se esquecesse dele. E então na Quarta-feira da mesma semana ele voltou e então realizou-se o casamento mais lindo da aldeia.

Eduarda, 7ºA

quinta-feira, 13 de março de 2008

O poder de uma dança!

Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noite por holofotes.
Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta á avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.

Inês Sousa, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma grita que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, agruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma cahave, leram a mensagem que dizia que quem encontra-se o tesouro o aproveita-se para fazer o bem, pegaram na chave abriram o baú e lá encontrava-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas.

Eduarda, 7ºA