260109
Olá querido diário!
Este é o nosso primeiro dia no escritório. Hoje tive um dia cansativo. O Danny chegou cá a casa hoje. Ele é tão arrogante. Trouxe « milhentos » sacos, malas, caixas… Deve ter vindo para ficar !!!
Ele ficou com o meu quartinho!!! Ele fez lá uma revolução!
É só livros gigantes espalhados pelo meu quarto, autênticos calhamaços. Ele é cá um intelectual! O meu quartinho estava cheio de caixas, raquetas e ele encheu o meu quarto de posteres, mudou as minhas belas cortinas e nem os candeeiros escaparam. Enfim, mudou tudo!
Depois ainda teve a lata de dizer:
«ah, espero que não te importes, mas eu fiz umas pequenas mudanças no teu quarto!»
Que estúpido…
Espero que isto melhore, porque senão vou passar-me...
Até amanhã, querido diário.
Vítor, 8ºB
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O dia em que deixei o meu espaço - diário íntimo
28 de Janeiro de 2009
Quarta-feira, 22h 30m
Querido diário, hoje rebentou uma bomba em minha casa (bem, pelo menos para mim foi)!
Nome dessa bomba:
Daniel, o meu querido primo que vinha do porto.
Resultados dessa bomba:
catástrofe total no meu espaço.
Já não bastava ter de viver em minha casa, ainda tinha de me vir tirar o meu quarto. Aquele quarto que era o perfeito, estava agora entregue a um rapaz que não lhe sabia dar o devido valor.
Esse rapaz chegou a minha casa cheio de bagagens. E eu perguntava-me: para quê tantas trouxas? Será que vinha para ficar?... Bem parece que sim! A tia Liz veio trazê-lo, com aquelas palavras portuguesas a fugir para o estrangeiro. A tia Liz era da África do Sul, mas já vivia no Porto há quinze anos. Acho que é tempo suficiente para aprender a falar um Português direito.
Voltando ao Danny, ele não me ligava nenhuma! Alias nós também nunca nos demos muito bem! Mas afinal vamos viver juntos e temos que nos dar pelo menos como conhecidos, coisa que acho que vai ser muito difícil, porque o Daniel é daquele género de rapazes que é intelectual a falar, mas na forma de vestir já não. Ele anda com as calças ao fundo do rabo e basta dar-lhe um toquezinho que elas caem logo.
Mas pronto… Ele é que sabe… Ele não é mesmo nada parecido comigo.
Bom, vamos ver como vão correr os dias que se seguem... mas desconfiam que não serão bons...
Até amanhã, querido diário! Já é muito tarde, porém não me apetece dormi. Tenho saudades do meu quarto!
Até amanhã!
Da tua querida…
Catarina.
Quarta-feira, 22h 30m
Querido diário, hoje rebentou uma bomba em minha casa (bem, pelo menos para mim foi)!
Nome dessa bomba:
Daniel, o meu querido primo que vinha do porto.
Resultados dessa bomba:

catástrofe total no meu espaço.
Já não bastava ter de viver em minha casa, ainda tinha de me vir tirar o meu quarto. Aquele quarto que era o perfeito, estava agora entregue a um rapaz que não lhe sabia dar o devido valor.
Esse rapaz chegou a minha casa cheio de bagagens. E eu perguntava-me: para quê tantas trouxas? Será que vinha para ficar?... Bem parece que sim! A tia Liz veio trazê-lo, com aquelas palavras portuguesas a fugir para o estrangeiro. A tia Liz era da África do Sul, mas já vivia no Porto há quinze anos. Acho que é tempo suficiente para aprender a falar um Português direito.
Voltando ao Danny, ele não me ligava nenhuma! Alias nós também nunca nos demos muito bem! Mas afinal vamos viver juntos e temos que nos dar pelo menos como conhecidos, coisa que acho que vai ser muito difícil, porque o Daniel é daquele género de rapazes que é intelectual a falar, mas na forma de vestir já não. Ele anda com as calças ao fundo do rabo e basta dar-lhe um toquezinho que elas caem logo.
Mas pronto… Ele é que sabe… Ele não é mesmo nada parecido comigo.
Bom, vamos ver como vão correr os dias que se seguem... mas desconfiam que não serão bons...
Até amanhã, querido diário! Já é muito tarde, porém não me apetece dormi. Tenho saudades do meu quarto!
Até amanhã!
Da tua querida…
Catarina.
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