quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Um animal maravilhoso

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário porque a sua ferocidade provocava o terror em todos animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe um bicho muito estranho.

Esse bicho era uma leoa com pernas com pernas de mamute, um chifre no lugar da cauda e com a cauda na cabeça, tinha um olho grande e um pequeno, tinha um dos olhos verde florescente e outro laranja e tinha o pêlo tão azul, tão azul como as janelas e os placards da escola.
O lobo, que era tão feroz, ficou todo assustado e desatou a fugir. Então o bicho disse-lhe:
- Não fujas, não te vou fazer mal, volta aqui, por favor!
O lobo, para se armar em forte, voltou para traz e disse com uma voz grossa:
- O que queres e como te chamas?
- Chamo-me Yerfiberiominerifolitarinamizóica,- respondeu a leoa -e como te chamas tu?
-Chamo-me Lumania. Tu tens um nome esquisito disse o lobo.
Depois de uma longa conversa ficaram amigos, uma coisa estranha, pois o lobo não tinha amigos.
Mais tarde, a leoa soube das maldades do lobo e foi perguntar-lhe porquê é que ele era assim.
Ele ficou a pensar e decidiu deixar de fazer maldades.



Conclusão:

O lobo foi pedir desculpa a todos a quem tinha feito maldades e ficou amigo de todos os animais.
E todos viveram felizes para sempre!


Fim!!!!!!!!!

Vítor, 7ºB

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A força de acreditar

Num dia de chuva, com grandes trovões. Toda a cidade estava fechada em casa.
Dois meninos que foram abandonados pelos pais á uns anos atrás, estavam agora crescidos, mas continuavam sem casa, sem comida, sem uma cama para dormir. Então como estava aquele dia torrencial, resolveram procurar onde se abrigarem, pois estavam cheios de frio e fartos de ouvir aqueles trovões que metiam medo a qualquer pessoa.
De tanto procurar encontraram uma gruta ameaçadora que metia medo, era um horror, a escuridão era imensa e nem um pontinho de luz brilhava naquele sítio, apenas a claridade do dia que também não era muita. Mas resolveram abrigar-se por um bocadinho ali, e acabaram por adormecer de tão cansados que estavam.
No dia seguinte, todas as árvores estavam cobertas por cristais de gelo, ou seja nevoeiro. Continuava um frio de rachar e a sede é que não faltava as pessoas que ali viviam. Os meninos acordaram e saíram daquele sítio, pegaram nas mochilas e tomaram rumo ao caminho. Avistaram algo que brilhava lá no fundo da floresta, curiosos aproximaram-se e observaram uma corda mágica que ligava uma árvore a uma casa.
Ficaram fascinados pelo que viram. A casa era pequena, mas era linda. Resolveram entrar e avistaram um papel que dizia:
- “ Quem encontrar este bilhete lerá que foram destinados a ficar nesta casa, pois a força dos vossos corações trouxeram-vos até aqui.”
Então os meninos ficaram muito contentes, mas havia uma grande curiosidade neles. Pensavam a toda a hora quem seria que escreveu este bilhete. Era uma pergunta que iria ficar sempre dentro deles.
Inês, 7ºA

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O Amor move montanhas

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cercada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
O lobo ficou assustado. Quando deu fé, viu que era uma leoa, muito bonita. O lobo ficou logo apaixonado por ela, porque nunca tinha visto um bicho assim.
O lobo, de tão apanhadinho que estava, foi ter com a leoa e perguntou-lhe como é que ela se chamava:
- Olá, como é que te chamas?
- Eu chamo-me Estrela. E tu? – Perguntou a leoa.
- Eu chamo-me Lumania. Como é que vieste aqui parar?
- Eu vim viver para aqui há pouco tempo. Mas tu és tão mau... – Disse a Estrela.
- Eu não tenho ninguém. Sou muito solitário.
A Estrela ficou triste por saber que o lobo era solitário.
Então, um dia, chamou todos os animais da floresta, para lhes dizer que o lobo tinha mudado. Os animais acreditaram e vieram ver. O lobo, com tanto barulho, foi ver o que se passava. Os animais da floresta estavam a ouvir a leoa. O lobo chegou ao pé da leoa e disse:
- O quê estás a fazer?
- Eu estou a ajudar-te a fazer amigos!!!
- Por que estás a fazer isso por mim?
- Porque estou apaixonado por ti! – Disse a leoa
- Eu vou confessar-te uma coisa: eu também gosto de ti.
Os outros animais da floresta ficaram admirados ao ver que o lobo também tinha sentimentos. Assim o lobo tornou-se amigo de todos, e ele e a leoa ficaram felizes.

♥♥♥ Miriam, 7ºA

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O Lobo feroz

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobosolitário porque assua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros os lobos . E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando vi, ou longe, ao bicho muito estraho.
O lobo aproximou-se para ver o tipo de animal que ali estava. Era um dinausouro . Ele quando se apercebeu que era um dinossauro, fugiu com medo.Ele era grande, de dentes afiados e muito barulhento. Á noite, o dinossauro foi á procura de cimida e viu o lobo. A precebru-se então que ele estava com muito medo. O dinossauro disse-lhe:
- Olha, como te chamas?Tens medo de mim?
Ele respondeu com muito medo:
- Eu chamo-me Jacke e , sim, estou com muito medo de ti!
O dinossauro disse-lhe com tristeza:
- Não tenhas medo de mim! Eu não como pessoas, eu sou vegetariano, só como erva.
O lobo sorriu, mas sempre com cautela.
O dinossauro disse-lhe:
- Tu, como lobo, quando tem fome, comes pessoas e animais inufensivos, e eu não gosto disso.
O Jack respondeu:
- Sim, é verdade!Eu tenho de comer animais para sobreviver, senão morro à fome!
O dinossauro disse-lhe, um pouco zangado.
- Olha, meu pequeno não devias de comer animais inofencivos. Eles não têm culpa de não teres comida. O meu pai sempre me disse que não devia comer animais mais pequenos só para dizer que se é mais forte. Olha, gostvas que eu te comesse para me sentir mais forte? Achas que isso está certo?
Ele, muito envergonhado, disse:
- Tens razão, eu não tenho direito de comer alguém.
O Jack, a partir desse dia nunca mais comeu nenhun animal. Tornou-se vegetariano.
O dinossauro ficou como o " Rei de Selva". O Jack aprendeu a sua lição e a selva viveu feliz para sempre.


Conclusão: Nunca devemos acharmo-nos os " maiores", porque um dia podemo-nos arrepender por aquilo que fazemos.


Fábio, 7º E
A boa mudança

Era uma vez um lobo que vivia num bosque longe de todos os animais da floresta. Todos os animais da selva tinham terror ao lobo, porque este metia medo a todos aqueles que se aproximavam dele.
Entretanto, um gato aventurou-se e foi à floresta falar com o lobo lumania. O gato convenceu o lobo a falar com ele e este aceitou, mas estava um pouco feroz e desconfiado com aquela visita surpresa.
O gato tico e o lobo lumania tiveram uma longa conversa durando imenso tempo. Aquela conversa, parecia durar para sempre. O que e facto è que lhe disse, mas parece que valeu a pena o esforço do gato tico.
O gato tico ficou a ser a melhor amigo do lobo. O lobo ficou muito mais feliz devido à visita do gato que o fez mudar pela positiva. Todos os animais adoraram fazer uma festa na floresta com o lobo Lumania.

Fátima, 7ºE
Lumania, o lobo solitário

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, numa bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
O bicho muito estranho era uma gazela muito forte, pois era macho dominante. O lobo ficou embasbacado com a gazela ser tão grande ele nem se aproximou dela. A gazela aproximou-se dele e ele, cheio de medo, correu para a sua toca. Uma vez enfiado lá dentro, pescava que estava em segurança, mas não, porque a gazela, ao encolhesse, que era mais pequena que o lobo. O lobo disse para a gazela não a ia. Ela só estava abandonada, perdida da sua manada ela só queria fazer amigos. Quando a gazela lhe contou acontecido ficou contente. A partir desse dia a gazela e o lobo passaram a ser amigos, e o lobo deixou de ser solitário e passou a ser defensor da floresta.

Bruno, 7ºE

O animal selvagem

O animal selvagem

Ele achou muito estranho, mas pensou: " será que vai ser mais um daqueles animais que irão ter medo de mim."
Ficou todo contente, porque pensava que era mais um que ele poderia assustar e humilhar.
O animal foi-se aproximando cada vez mais e, enquanto isso, o lobo escondeu-se atrás de um arbusto para lhe pergar um susto. Logo o leão chegou ao local.
O lobo saiu detrás do arbusto, pensando que o iria assustar, mas naõ. O leão perguntou-lhe o que estaria ele a fazer ali escondido e ele disse:
- Nada!
Nada? Não estarias a fugir de alguém?
- Claro que não! Que ideia mais parva . O leão, rindo-se dele, foi caminhando pela a floresta.
O lobo, todo chateado, lá foi a resmongar e a falar sozinho.
Interrigava-se de como foi aquele animal capaz de o enfrentar.
- Aquele animal nojento vai paga-las todas, vai ver!
O leão era novo naquelas bandas.
O lobo não sabia o tipo de animal que ele era, não fazia ideia.
O lobo estava convencido que era o maior. No dia seguinte, o leão fê-lo passar tamanha vergonha que ele pensou em nunca mais iria sair de casa, mas estava todo agradecido ao leão por ter feito tamanha acto de coragem.

Conclusão: O lobo nunca mais se meteu com ninguém e os animais de floresta decidiram fazer uma festa. O lobo acabou por ser expulso da floresta.

Lúcia, 7ºE

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Mélani, a fada dos olhos azuis

Era uma vez um grupo de fadas que, quando anoitecia, voava pelos céus.
Um dia, uma das fadas desapareceu e ninguém mais a viu. Estava num bosque, presa numa garrafa, porque uma bruxa queria matá-la, por causa da sua beleza. Essa fada chamava-se Mélani, os seus olhos eram azuis e o seu corpo era muito pequeno, brilhante e leve como uma flor.
Mas, um dia, um príncipe passou no bosque a cavalgar e ouviu alguém gritar
- Socorro! Socorro!Alguém me ajude.
Ele foi ter com ela, libertou-a e ela disse-lhe:
- Obrigada! Muito obrigada!
Ele pegou nele e disse-lhe:
- Deves estar cheia de fome?
Ela respondeu:
- Pois estou… Há dois dias que não como!...
- De que frutas gostas? – perguntou o príncipe.
- De morangos. – disse a fada.
- Então, eu vou levar-te junto a um rio, pois lá há muitos morangueiros.
Chegaram lá e encontraram um peixe muito grande que se chamava Nemo. A Mélani perguntou ao príncipe onde estavam os morangueiros. O peixe respondeu-lhes, dizendo que estavam do outro lado da margem do rio. A mélani agradeceu ao Nemo e foi-se embora. Chegaram à outra margem e saciaram a sua fome. O príncipe levou-a para o seu castelo e disse a Mélani:
- Gosto muito de ti e quero casar contigo. Aceitas?
- Claro que sim! Eu também gosto muito de ti.
O príncipe ofereceu-lhe um anel de noivado e passado um mês casarm-se.

Carla, 7ºA
As fadas, a fada e o príncipe

Era uma vez uma bela fada que andava muito triste com as suas irmãs fadas. Uma das suas irmãs fadas conheceu um belo príncipe. Esse príncipe era muito conhecido no seu reino, pois ele era muito bonito. As raparigas do seu reino adoravam-no.
O castelo onde morava tinha um belo jardim. Um dia, o príncipe ia a passear pelo seu jardim quando encontrou uma bela flor. Essa flor parecia o sol, pois era muito brilhante.
A fada tinha um gatinho chamado Pintas. Ele era muito bonito e adorava morangos
O príncipe só pensava na fada que tinha conhecido… Ele achava-a linda e ela também sentia o mesmo. Um dia, encontraram-se e o príncipe convidou-a para dar um belo passeio à beira do rio. A fada aceitou e a felicidade dela era bem visível, pois o seu amor por ela era enorme. No dia seguinte, lá estavam os dois a passear… Eles entretanto encontraram um peixe e começaram a chamar-lhe de Laranja, porque o peixe era todo cor-de-laranja.
A fada das fadas, a fada Lua, casou com o seu amor, o príncipe Caio e assim acabou a história de um grande amor.

Cátia, 7ºA
O reino das fadas

Era uma vez um reino cheio de fadas. Elas gostavam muito de flores. Um dia uma das fadas foi falar com um peixe chamado Nemo. Ele era muito lindo e também sabia falar acerca de muitas coisas interessantes que se passavam no castelo.
O príncipe Ramirez nunca pensou que as fadas existissem, mas também nunca veio a saber se existiam ou não. Um dia, o príncipe pediu um gelado de morangos com creme de baunilha à sua empregada Albertina. Quando a empregada abriu a porta do armário, viu um anel com um diamante. A empregada Albertina entregou o anel ao príncipe e este disse-lhe:
- Oh! O anel da minha falecida mulher! Muito obrigado Albertina! – disse o príncipe a Albertina.
- De nada, senhor! – exclamou a empregada.
O príncipe, como não tinha nada para a recompensar, deu-lhe uma bela flor do seu jardim, que ele próprio tinha tratado.
E assim acaba a história, que, como nós gostamos, teve um final feliz.

Emanuel, 7ºA
Catarina e as abelhas

A Catarina vivia numa cidade à beira-mar. Aí o Sol iluminava todos os seus recantos, desde o amanhecer até ao pôr-do-sol. Ela era muito feliz, pois adorava o mar. Adorava correr e rebolar pela areia, mas também gostava de observar o mar, e, de vez em quando, avistava um navio. Como também havia um aeroporto perto da cidade, ela olhava para o céu e via muitas vezes aviões. A qualquer hora do dia que ela olhasse para o céu, avistava sempre um avião.
Um dia, ela foi dar um passeio pelo campo, que ficava a alguns quilómetros da cidade. Levava uma cesta de piquenique que continha: sumo, pão, mel, queijo, laranjas, entre outras coisas. Pousou a cesta, correu, saltou, caiu e brincou por entre as ervas e as flores, sentindo-se a criança mais feliz do mundo. Quando se cansou, foi buscar a cesta de piquenique e procurou um sítio bonito para lanchar. Encontrou então uma árvore enorme com erva rasteira a rodeá-la. Tudo parecia perfeito se não fossem as abelhas. A única coisa em que a Catarina não reparou foi na colmeia de abelhas que estava por trás da árvore. Catarina, ao ouvir aquele zunido, voltou-se e viu um enxame de abelhas a virem direitinhas a ela. Desatou a correr, só parando quando estava à porta de casa, já na cidade. Entrou em casa num estado lastimável e a mãe perguntou-lhe, como qualquer mãe teria feito:
- Catarina, meu amor, que se passou?
Catarina contou tudo à mãe e disse-lhe que nunca mais iria ao campo.


Lígia Ferreira
Nº16 8ºA

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

A História de Lumania

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora uma bela manha passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
Nunca ninguém tinha visto assim um bicho!!! Era pequeno, tinha cinco patas, tinha algumas penas e espinhos. Quando chegou à beira do Lumania explicou-lhe que tinha sido mandado pelo chefe da floresta para falar com ele perceber porque é que ele era tão feroz. Todos se queixavam que tinham medo dele.
O Lumania, com uma cara muito triste, disse-lhe que tinha saudades da sua família e que estava muito revoltado, pois Lumania tinha-se perdido dos pais há muitos anos, quando davam um passeio pela floresta. O bicho disse que compreendia a situação dele, mas ele não podia agir assim com as outras pessoas e que o melhor era ele procurar a sua família.
O Lumania concordou e prometeu mudar a sua maneira de ser
No outro dia, foi-se despedir de todos os animais da floresta. Ficaram todos amigos. Chegada a hora de ir embora o Lumania até se emocionou.
E partiu floresta fora, sem pensar no amanhã. Pois a sua família era tudo para ele.

Helena Catarina, 7ºA
Uma conversa significativa

Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho. Aproximou-se e observou um animal muito bonito, era grande, com asas brancas, e tinha um bico muito aguçadinho. Era um cisne chamado Gugu pelos amigos e familiares. Só que tinha um pequeno defeito: só tinha uma perna, pois tinha acabado de sofrer um acidente.
O lobo, então com aquele ar feroz, perguntou:
- Que fazes aqui? Pato feio!
- Eu não sou feio e o meu nome é Gugu. E tu como te chamas?
- Eu sou lobo e esse é o meu próprio nome. E não vou estar aqui a falar contigo, porque tenho mais que fazer!
- Vais ter com os teus amigos?
- Não. E não tenho que te dar explicações sobre a minha vida. Afinal eu não te conheço de lado nenhum.
- Tu não vais ter com os teus amigos, porque tu não os tens.
- Como sabes isso – perguntou o lobo furioso.
- Eu sei isso, não só pela maneira como me respondes, como também sou vidente, vejo o futuro. E sei que tu não tens amigos. Mas, um dia, vais tê-los…
- Cala-te! Tu não sabes o que dizes.
- Sei! E vou ajudar-te com tudo o que precisares e tens já um amigo, eu!
Depois de uma longa conversa, o Gugu chamou-o á razão e ele percebeu que não podia continuar assim. Pouco a pouco conquistou todos os animais da floresta e percebeu que não tinha valido nada ter sido assim.
Não é a ferocidade que nos faz mais que os outros.

Inês, 7ºA
Um dia melhor na vida de um lobo

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho. Então o lobo aproximou-se, muito assustado, e, por entre os arbustos, viu o tal bicho estranho. Logo reparou que estava com muito medo. Mas para nada... porque o bicho era um simples esquilo que estava ferido. E então Lumania disse:
- Oh! Estás ferido, quem te fez tanta maldade?
- Foi uma armadilha que os caçadores humanos poseram aqui camuflada no meio destas ervas. Eu ia a passar para ir ter com a minha mamã a casa e aconteceu-me isto.
- E a tua mamã sabe que estás aqui preso?
- Não, esse é o problema, porque já devia ter voltado para casa. A minha mamã deve estar muito preocupada...- Dizia o esquilo muito triste e a chorar.
- Eu vou ajudar-te, vou tirar-te isso e logo peço ajuda à tua mãe para vir cá rapidamente.
Então Lumania tirou-lhe a armadilha que prendia a patinha do esquilo e de seguida, foi ter com a mãe do esquilo, contou-lhe o que se passara. Ela foi logo com o lobo Lumania ter com o seu filhote.
Chegaram lá e o esquilito lá estava com a pata ferida.
E então disse:
- Mamã, estás aqui!!!
- Sim, filho, e trouxe as coisas para te curar.
O que a mãe disse foi logo feito: tratou o filhote e quando iam para casa o lobo Lumania perguntou ao esquilo:
- Como é que te chamas?
- Eu sou o esquilo Tátá.
- Ok, eu sou o Lumania.
- Vamos ficar muito amigos.
- Claro que sim, Tátá.
Conclusão:
E, então, a partir daí, ficaram muito amigos e nesse dia, o lobo Lumania foi jantar a casa do esquilito. Com o passar do tempo, o esquilo Tátá ajudou o lobo Lumania a ser um lobo melhor. E assim já falava para todos os animais e ficou a ser o animal mais apreciado da floresta.

Eduarda, 7ºA