terça-feira, 27 de maio de 2008



O sapatinho de cristal

Era uma vez uma menina que, aquando do seu nascimento, sentiu a sua mãe a morrer. Quando ela já estava crescida, o seu pai conheceu uma viúva com quem se casou. Ela tinha duas filhas que eram muito «senhoras do seu nariz», e não eram lá muito bonitas. Quando o pai da jovem Margarida estava em casa, elas eram muito simpáticas, mas quando saía de casa tratavam-na como uma escrava. Ela tinha que limpar a casa, cozinhar e era tratada abaixo de animal.
A madrasta e as filhas estavam sempre bem vestidas, mas a pobre Margarida estava sempre mal vestida, com roupas rotas e sujas. Coitadinha!
Um dia, um mensageiro todo bem vestido chegou com uma mensagem do rei a convidar todas as pessoas para um baile de aniversário do seu mandato. Era apenas o 1º aniversário de mandato pois ele era muito jovem. A Margarida ficou muito triste, pois não podia ir ao baile, mas a sua madrasta e as duas filhas foram logo gastar pipas de massa em vestidos, sapatos, chapéus chiques e muito mais. Mas, numa linda noite estrelada, apareceu uma bela fada com um vestido cor-de-rosa e uma varinha mágica com uma estrela na ponta. Esta concedeu-lhe três desejos. A Margarida ficou contentíssima e o seu primeiro desejo foi ter um belo vestido verde e branco acompanhado de uns belos sapatos de cristal, o segundo desejo foi ter um lindo “coche” e, por último pediu para ir ao baile.
-Por favor, podes conceder-me estes desejos? - perguntou a pobre Margarida.
- Posso, mas só os podes utilizar até à meia-noite – respondeu a bela fada.
- Obrigada, bela fada! Muito obrigada! – agradeceu a Margarida. E lá foi ela para o baile no belo “coche”, com o belo vestido e com os sapatos de cristal que faziam inveja a toda a gente.
Quando chegou ao salão, viu que era um salão gigantesco e viu o rei no grande trono.
O rei começou a descer do trono e veio directo a ela. Ela começou a tremer de vergonha.
-Dá-me a honra desta dança, “madame”? – perguntou-lhe o rei.
- Sim! – respondeu a Margarida muito envergonhada e vermelha.
A sua madrasta e as filhas tinham ido à casa de banho planear uma maneira de pôr uma das filhas a dançar com o rei e depararam-se com a sua “escrava” a dançar com o rei. Ficaram furiosas!...
Aproximando-se a meia-noite, ela ficou triste e, de repente, fugiu. O rei ainda foi atrás dela, mas não a conseguiu apanhar. Depois sentou-se nas escadas e viu um sapatinho. Então mandou os seus empregados percorrer o reino para ver a quem servia aquele sapatinho. Todas as raparigas do reino tiveram de o experimentar, mas apenas à bela Margarida serviu. A madrasta e as filhas bem o tentaram caçar, mas não lhe servia.
Então a Margarida e o rei casaram, tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre!


Vitor, 7ºB

sexta-feira, 23 de maio de 2008

A rainha Dona Urraca e a sua gata

Há quatro anos atrás havia uma rainha que vivia num castelo. Dentro desse castelo havia porteiros, um rei e uma gata. O nome da gata era
Chigua, o nome do rei era dominique.
Um dia., o rei foi dar uma volta com a sua rainha Urraca e com a sua gata. Não havia nada mais limpa do que aquela gata. A rainha também achava que a gata era muito limpa e bonita
_ A nossa gata e muito bonita exclamou a rainha
_pois e! – Disse o rei.
De volta a casa, a gata começou a miar muito miou! Miau! Miava a gata.
-O que quer a nossa gatinha? Perguntou a rainha.
- Não sei! – Exclamou o rei.
Foi nesse momento que o rei mandou o condutor parou. A gata, como era muito limpinha, foi fazer as suas necessidades. Então foi ai que o rei disse:
- Então era por isso que a nossa gata estava sempre a miar! Disse o rei.
- Eu cada dia que passa tenho mais gosto na nossa gata! Disse a rainha. Já em casa, o rei foi dar comer a gata. A noite, o rei e a rainha foram dormir, foi ai que a gata fugiu. De manha cedo, o rei ia para dar comida a gata e não a vi. O rei chamou a rainha:
_ Esposa! Esposa! Vem cá a baixo num instante… chamou O rei
_ Que foi homem? Que a aconteceu? Perguntou o rei
_Foi o nossa gata que fugiu de casa! Disse o rei
_O quê! Exclamou a rainha
A esposa do rei desceu e começaram os dois a procurar a gata, mas não a encontraram.
- Não vamos encontrar outra gatinha como aquela que nos tínhamos! Disse a rainha.
- Pois não disse o rei.
E e assim que acaba a minha historia de um casal infeliz por causa de uma gata.

Emanuel, 7ºA

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O sapato perdido

Era uma vez um rei e uma rainha que queriam muito ter um filho. E houve um dia em que a rainha acordou muito enjoada e resolveu chamar um médico.
Logo que o médico chegou ao Castelo, foi logo observar a rainha. O médico disse-lhe que ela estava grávida e que ia ter uma menina.
Passado nove meses, a rainha teve a sua filha, mas, durante o parto, a rainha não resistiu e faleceu.
Então a pequenota ficou desde a nascença a viver com seu pai. Ele deu-lhe o nome de Lara.
Mas como o rei andava sempre de país em país, tinha de arranjar uma madrasta para Lara.
A madrasta dela era muito má para si, e as suas duas filhas também.
Quando o rei estava ausente, elas faziam de Lara sua criada: ponham-na a limpar o chão, a fazer as refeições, a cozer os fatos, etc…
Um dia, a madrasta recebeu uma carta, cujo conteúdo era convite dirigido para as pessoas mais importantes, para uma festa onde iam honrar o príncepe herdeiro.
A Lara ficou muitíssimo triste, pois já sabia que a sua madrasta ia com as suas duas filhas no seu lugar e não a iam deixar ir.
Então, de imediato, ela começou a chorar e aquelas três feiosas começaram a rir-se dela.
Foram-se arranjar para a festa e disseram a Lara para continuar a limpar e que tinha de ficar tudo a brilhar.
Depois das bruxas estarem prontas, foram para aquela grandiosa festa.
Lara ficou a limpar sozinha e abandonada, mas, de repente, apareceu a sua madrinha, que era a fada boa da floresta.
A pobre rapariga contou o que se estava a passar á sua madrinha e logo ela ajudou a sua querida afilhada.
Ela deu-lhe um belo vestido cor-de-rosa com muitos brilhantes. Fez-lhe um lindíssimo penteado, deu-lhe uns sapatinhos com um laço á frente… Mas o melhor foi que ela transformou uma abóbora numa bela carruagem para Lara poder ir para aquela festa.
E lá foi ela até á festa, linda como o céu estrelado.
Quando lá chegou, o príncepe reparou logo nela. De imediato ele dirigiu-se para ela e pediu-lhe para ela dançar com ele.
A madrasta de Lara e as suas irmãs ficaram furiosas e enervadas.
Quando Lara estava a dançar reparou que tinha desaparecido uma das pulseiras e correu até cá fora, pois a magia estava a acabar.
Ela deixou para trás um dos seus sapatinhos e o príncepe ficou com ele.
No outro dia, o príncepe andou a ver a quem é que o sapato servia.
Quando chegou a casa da princesa, as bruxas experimentaram-no, mas o sapato não serviu a nenhuma, pois o sapato era pequeno demais para os pés delas. De repente apareceu a Lara e o príncepe insistiu em experimentar-lhe o sapato. Encaixou na perfeição!
Depois a Lara e o príncepe casaram, tiveram filhos e netos e ficaram juntos e felizes para sempre.

Joana Duarte.
7ºB
No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manha passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe um bicho muito estranho.
O lobo foi-se aproximando lentamente com o seu ar feroz ate ficar frente a frente com esse bicho, para ver realmente quem era.
Era um bicho muito estranho mesmo, tinha 1m e 25cm, dentes de javali, era perneta, tinha uma mão postiça com um gancho de ferro, os seus olhos eram verdes florescentes, seu cabelo era cor-de-laranja, tinha um grande pelo que saía para fora do nariz…Enfim, era realmente muito assustador.
O lobo Lumania ficou pela primeira vez com medo de alguém. Então começou a afastar-se lentamente com muito medo.
-Estas a fugir de mim, pobre lobo?! – Perguntou o pequeno monstro.
-Não, achas? Porque haveria eu de estar a fugir de ti? – Respondeu o destemido lobo.
-Não sei, caro amigo! Pareces ser muito simpático, sabias? – Exclamou ele.
-Eu? A sério? Não me estas a enganar? – Perguntou o lobo.
-Sim, és o primeiro animal que fala comigo! Todos me fogem, dizem que sou muito assustador e também feio. - Disse o triste monstro
O lobo ficou muito emocionado com todas aquelas palavras e disse-lhe:
-A partir de agora somos amigos e juntos vamos fazer novas amizades e muitas brincadeiras, queres? – Perguntou o lobo Lumania.
-Sim, claro que quero! – Respondeu o humilde monstro.
Passado alguns dias o lobo decidiu ir pedir desculpa aos outros animais por ter sido tão mau e feroz com eles. Eles desculparam-no e todos ficaram amigos.
O lugar onde viviam todos ficou conhecido como o lugar da amizade.

Joana Duarte.
7ºB

terça-feira, 6 de maio de 2008

A manhã de Natal

Numa bela cidade de Portugal, Bé sonhava como seria o Natal que ela lia nos seus livros. Tudo parecia tão bonito, tão mágico, e a pequena menina de 13 anos nunca teve a oportunidade de “sentir” o Natal. Bé namorava com um rapaz de quem gostava muito. Ele chamava-se José e este tinha uma personalidade muito própria.
A pequena menina tinha o desejo de sentir, pela primeira vez, a magia de Natal acompanhada pelo namorado, mas a pequena menina temia que o pai não a deixasse ir sozinha com ele para Paris. Bé andava triste!
Um dia, a mãe de Bé encontrou-a a chorar no quarto, perguntou-lhe o que tinha e a menina, que não tinha segredos para a mãe, contou-lhe o motivo. No fim de uma longa conversa, a mãe de Bé tentou acalmá-la e explicar-lhe que o pai só a tentava proteger, pois, apesar de tudo, a menina era muito nova. Flora (mãe de Bé) era muito compreensiva e percebera que era muito bom para a menina ir a Paris passar o Natal com José. Ela sabia que o amor eu Bé sentia pelo namorado era extravagantemente grande, contudo iria ser difícil convencer o pai.
Um dia, marcaram um encontro para Francisco conhecer o namorado da filha. Bé não sabia que o namorado ia a sua casa... Quando se deparou com ele, ficou de pé e olhou para a mãe. Esta fez-lhe um aceno com a cabeça, por isso a menina não resistiu e foi dar um beijo e um abraço ao namorado.
Francisco ia gostando de José aos poucos e poucos e tal, como Flora, percebera que o que realmente unia Bé a José era a paz, a tranquilidade e o amor. Para grande espanto de todos, o pai emocionou-se e deu autorização a Bé para ir a Paris passar o Natal com José. Esta correu logo para o colo do pai a agradecer-lhe.
Bé e José estavam muito felizes!
Já dentro do avião Bé tinha um brilhozinho nos olhos.
Quando chegaram a Paris fora par o hotel.
Chegara o dia maravilhoso: a manhã de Natal! José já conhecia a cidade, como tal mostrou os sítios mais bonitos a Bé, inclusive foram à Disneyland, ao Arco de Triunfo e a um lugar muito especial, à Torre Eiffel. Foi aqui que José lhe fez um pedido oficial de namoro, declarara-se verdadeiramente a Bé e prometeu-lhe que jamais a iria deixar, queria ficar com ela para sempre!
Esta manhã de Natal não era como a que a menina lia nos livros, mas a magia foi tão intensa que ela estava feliz na mesma. No entanto, as ruas de Paris estavam enfeitadas nataliciamente e os dois saborearam os pratos e doces tradicionais de Natal.
Ainda nos dias de hoje, Bé guarda no seu coração todo este sonho tão intenso que parece realidade.

Gabriela Pinto
Nº14 7ºA
O nome misterioso

Numa terra longínqua, chamada o Encanto das Fadas, habitava, num castelo, um esbelto príncipe. Tinha olhos azuis, cabelos loiros, lábios com um tom rosado e apresentava um corpo bem constituído.
Tinha um único problema: não tinha nome. Quando nascera, seus pais (reis) escolheram um nome simples, vulgar, mas belo. Entretanto deu-se uma guerra e os reis (seus pais) partiram para o mundo astral, não podendo assim, o príncipe ser baptizado. Nas leis dos nobres, a regra número um constava que os príncipes só poderiam ser baptizados com o nome escolhido pelos pais.
Não havia ninguém eu tivesse conhecimento do nome escolhido, a não ser uma bela fada chamada Chéri. Ela gravara-o num belo anel, mas o sítio onde ele se encontrava era desconhecido. Ninguém percebera o porquê de todo este mistério.
Certo dia, o príncipe decidira partir em busca do seu nome. Este príncipe era muito espiritualista e, sendo assim uma boa pessoa, acreditava em magias, feitiços, elfos, gnomos e tudo que com isto estivesse relacionado.
Então ele pôs-se a pensar e chegou à conclusão que o anel onde o seu nome estava gravado era numa aliança, pois é o único sítio onde se grava o nome das pessoas. Então, agora mais do que nunca, o príncipe fizera planos para encontrar não só o seu nome, mas também a sua princesa, que há tanto tempo esperava por ele. Este fez uma promessa: que no dia em que partisse e no dia em que encontrasse o anel faria o sacrifício de comer o seu prato ais detestado - peixe.
Então, no dia 14 de Março de 1973, o príncipe saiu do castelo em busca do seu nome e da sua felicidade.
Como por magia, a pouco mais de meia hora do inicio da viagem, Chéri estava ao seu lado na carruagem. O príncipe perguntou-lhe o que estava ela ali a fazer. Ela respondeu-lhe que iria ajudar o príncipe na sua missão, dizendo-lhe que se deveria dirigir ao Palácio das Flores. Aí se encontrava a princesa e a aliança na qual o seu nome estava gravado. O príncipe perguntou-lhe também o nome da princesa e obteve a resposta de Leonor. Este agradeceu-lhe e Chéri desapareceu. Ele prosseguiu viagem.
No dia 18 de Abril de 1973, o cocheiro deu-lhe a notícia de que tinham chegado ao tão desejado Palácio das Flores.
O príncipe saiu da carruagem e Chéri apareceu-lhe novamente, dando-lhe os parabéns e lembrando-lhe de cumprir a sua promessa. Logo de seguida desapareceu.
O príncipe alugou um bengalô por dois dias, pois precisava de repouso. No dia seguinte á sua chegada, quando acordou, olhou para o seu lado esquerdo e viu aí pousada uma pequena carta, que dizia:
-Dirige-te hoje ao Palácio das Flores.
Irás encontrar finalmente tudo aquilo
que tanto procuras.
BOA SORTE!
Este, depois de ler isto, não exitou mais e dirigiu-se ao Palácio.
Já em frente á porta da sala do trono, um elfo apareceu-lhe e segredou-lhe:
-Estás a breves minutos de encontrar a tua felicidade {^_^}.
Dentro da sala do trono, o príncipe caminhou sobre a passadeira vermelha, fazendo a normal vénia aos reis. Ao mesmo tempo que se levantara, reparou que entre os cadeirões dos reis se erguia, em cima de uma pequena coluna, um cubo envidraçado, onde se apresentavam duas belas alianças. Este percebera de que alianças se tratavam.
Os reis já sabiam o que estava ele ali a fazer e mandaram logo chamar a princesa.
Quando ela entrou, foi amor à primeira vista.
Estes ficaram horas a conversar e Leonor revelou-lhe o seu nome, dizendo-lhe:
- Abel, passei anos à tua espera, passando por muitos momentos difíceis, mas nunca perdi a esperança.
Ele respondeu-lhe:
- Obrigada Leonor! Agora que sei o meu nome e que estamos juntos, quero ser feliz ao teu lado.
O casamento ficara marcado juntamente com o baptizado do príncipe para três dias depois. Quando chegou de novo ao bengalo, Abel (príncipe) cumpriu a sua promessa de comer peixe.
Finalmente, o dia 21 de Abril de 1973, realizou-se o tão esperado dia do casamento. Tudo estava lindo, incluindo Leonor e Abel! E para espanto de todos, Chéri e Elfo foram os padrinhos de baptismo de Abel.
Já depois de todas as cerimónias, os noivos tiveram uma magnifica Lua-de-Mel.
22 de Junho de 1973, Leonor e Abel estavam casados, felizes, a tomarem o seu pequeno-almoço preferido: Morangos com Champanhe perante uma belíssima vista sobre Londres.
Gabriela, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma gruta que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, a gruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia um caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma chave. Leram a mensagem que dizia que quem encontrasse o tesouro o aproveita-se para fazer o bem! Pegaram na chave, abriram o baú e lá encontravam-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas!!!

Gabriela, 7ºA
A admiração de Joana

Era uma vez uma menina chamada Joana, que estava num bosque mágico e encontrou um rapaz que se chamava Filipe. Ele era muito fofo, querido e amoroso. Depois encontrou uma árvore mágica de maçãs vermelhas. Filipe perguntou o nome á Joana e ele disse-lhe:
- Como te chamas?
- Eu chamo-me Joana e tu?
- Eu chamo-me Filipe!
- Tens um nome muito bonito.
- Obrigado! Tu és muito simpática, tímida e tens uns olhos muito bonitos.
- Ah! Obrigado!
- Queres ir dar um passeio?
- Sim, pode ser! Mas eu primeiro queria provar uma maçã destas, dizem que são as maçãs do AMOR.
- Ok, vamos lá?
- Sim.
Andaram uns minutos ate que chegaram á árvore das maçãs mágicas. O Filipe pegou numa maçã e deu-a á Joana, e a Joana fez o mesmo.
- Hm! Hm! Estas maçãs são óptimas!...
- Concordo! Estas maçãs são muito boas.
Comeram uma maçã e continuaram o seu passeio pelo lindo bosque ate que chegaram a um sítio maravilhoso, escondido por várias árvores. Chegaram lá e viram um autêntico paraíso: um rio, uma gruta, cascatas… entre outras coisas. Eles ficaram fascinados com aquele maravilhoso paraíso. A Joana ficou admiradíssima, pois nunca tinha encontrado um lugar tão maravilhoso.
Passaram alguns anos e o Filipe decidiu que tinha que perguntar uma coisa à Joana:
- Joana, posso fazer-te uma pergunta:
- Sim, se eu souber responder.
- Queres namorar comigo?
- Bem, estava a ver que nunca mais me perguntavas isso! Eu também estava para te perguntar o mesmo, mas como eu acho que os primeiros a dar o passo são os rapazes, mas claro que aceito, e estou apanhadinha por ti. ADORO-TE!!!
- Eu também te adoro muito, mas mesmo muito.
- Filipe, sabes o que estou a pensar?
- Não, mas, por favor, diz-me.
- Não queres construir uma casa aqui neste sítio maravilhoso? Poderíamos ser muito felizes aqui! - Bem, tu tens cada ideia… sim! Ok! Pode ser.
- “Bora”, lá
Passado alguns anos, a casa já estava construída, já tinham casado e 3 filhos.

E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE!!!

Diana Teixeira, 7ºA, nº 9