O sapatinho de cristal
Era uma vez uma menina que, aquando do seu nascimento, sentiu a sua mãe a morrer. Quando ela já estava crescida, o seu pai conheceu uma viúva com quem se casou. Ela tinha duas filhas que eram muito «senhoras do seu nariz», e não eram lá muito bonitas. Quando o pai da jovem Margarida estava em casa, elas eram muito simpáticas, mas quando saía de casa tratavam-na como uma e
scrava. Ela tinha que limpar a casa, cozinhar e era tratada abaixo de animal.
A madrasta e as filhas estavam sempre bem vestidas, mas a pobre Margarida estava sempre mal vestida, com roupas rotas e sujas. Coitadinha!
Um dia, um mensageiro todo bem vestido chegou com uma mensagem do rei a convidar todas as pessoas para um baile de aniversário do seu mandato. Era apenas o 1º aniversário de mandato pois ele era muito jovem. A Margarida ficou muito triste, pois não podia ir ao baile, mas a sua madrasta e as duas filhas foram logo gastar pipas de massa em vestidos, sapatos, chapéus chiques e muito mais. Mas, numa linda noite estrelada, apareceu uma bela fada com um vestido cor-de-rosa e uma varinha mágica com uma estrela na ponta. Esta concedeu-lhe três desejos. A Margarida ficou contentíssima e o seu primeiro desejo foi ter um belo vestido verde e branco acompanhado de uns belos sapatos de cristal, o segundo desejo foi ter um lindo “coche” e, por último pediu para ir ao baile.
-Por favor, podes conceder-me estes desejos? - perguntou a pobre Margarida.
- Posso, mas só os podes utilizar até à meia-noite – respondeu a bela fada.
- Obrigada, bela fada! Muito obrigada! – agradeceu a Margarida. E lá foi ela para o baile no belo “coche”, com o belo vestido e com os sapatos de cristal que faziam inveja a toda a gente.
Quando chegou ao salão, viu que era um salão gigantesco e viu o rei no grande trono.
O rei começou a descer do trono e veio directo a ela. Ela começou a tremer de vergonha.
-Dá-me a honra desta dança, “madame”? – perguntou-lhe o rei.
- Sim! – respondeu a Margarida muito envergonhada e vermelha.
A sua madrasta e as filhas tinham ido à casa de banho planear uma maneira de pôr uma das filhas a dançar com o rei e depararam-se com a sua “escrava” a dançar com o rei. Ficaram furiosas!...
Aproximando-se a meia-noite, ela ficou triste e, de repente, fugiu. O rei
ainda foi atrás dela, mas não a conseguiu apanhar. Depois sentou-se nas escadas e viu um sapatinho. Então mandou os seus empregados percorrer o reino para ver a quem servia aquele sapatinho. Todas as raparigas do reino tiveram de o experimentar, mas apenas à bela Margarida serviu. A madrasta e as filhas bem o tentaram caçar, mas não lhe servia.
Então a Margarida e o rei casaram, tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre!
Era uma vez uma menina que, aquando do seu nascimento, sentiu a sua mãe a morrer. Quando ela já estava crescida, o seu pai conheceu uma viúva com quem se casou. Ela tinha duas filhas que eram muito «senhoras do seu nariz», e não eram lá muito bonitas. Quando o pai da jovem Margarida estava em casa, elas eram muito simpáticas, mas quando saía de casa tratavam-na como uma e
scrava. Ela tinha que limpar a casa, cozinhar e era tratada abaixo de animal.A madrasta e as filhas estavam sempre bem vestidas, mas a pobre Margarida estava sempre mal vestida, com roupas rotas e sujas. Coitadinha!
Um dia, um mensageiro todo bem vestido chegou com uma mensagem do rei a convidar todas as pessoas para um baile de aniversário do seu mandato. Era apenas o 1º aniversário de mandato pois ele era muito jovem. A Margarida ficou muito triste, pois não podia ir ao baile, mas a sua madrasta e as duas filhas foram logo gastar pipas de massa em vestidos, sapatos, chapéus chiques e muito mais. Mas, numa linda noite estrelada, apareceu uma bela fada com um vestido cor-de-rosa e uma varinha mágica com uma estrela na ponta. Esta concedeu-lhe três desejos. A Margarida ficou contentíssima e o seu primeiro desejo foi ter um belo vestido verde e branco acompanhado de uns belos sapatos de cristal, o segundo desejo foi ter um lindo “coche” e, por último pediu para ir ao baile.
-Por favor, podes conceder-me estes desejos? - perguntou a pobre Margarida.
- Posso, mas só os podes utilizar até à meia-noite – respondeu a bela fada.
- Obrigada, bela fada! Muito obrigada! – agradeceu a Margarida. E lá foi ela para o baile no belo “coche”, com o belo vestido e com os sapatos de cristal que faziam inveja a toda a gente.
Quando chegou ao salão, viu que era um salão gigantesco e viu o rei no grande trono.
O rei começou a descer do trono e veio directo a ela. Ela começou a tremer de vergonha.
-Dá-me a honra desta dança, “madame”? – perguntou-lhe o rei.
- Sim! – respondeu a Margarida muito envergonhada e vermelha.
A sua madrasta e as filhas tinham ido à casa de banho planear uma maneira de pôr uma das filhas a dançar com o rei e depararam-se com a sua “escrava” a dançar com o rei. Ficaram furiosas!...
Aproximando-se a meia-noite, ela ficou triste e, de repente, fugiu. O rei
ainda foi atrás dela, mas não a conseguiu apanhar. Depois sentou-se nas escadas e viu um sapatinho. Então mandou os seus empregados percorrer o reino para ver a quem servia aquele sapatinho. Todas as raparigas do reino tiveram de o experimentar, mas apenas à bela Margarida serviu. A madrasta e as filhas bem o tentaram caçar, mas não lhe servia.Então a Margarida e o rei casaram, tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre!
Vitor, 7ºB
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