terça-feira, 6 de maio de 2008

O nome misterioso

Numa terra longínqua, chamada o Encanto das Fadas, habitava, num castelo, um esbelto príncipe. Tinha olhos azuis, cabelos loiros, lábios com um tom rosado e apresentava um corpo bem constituído.
Tinha um único problema: não tinha nome. Quando nascera, seus pais (reis) escolheram um nome simples, vulgar, mas belo. Entretanto deu-se uma guerra e os reis (seus pais) partiram para o mundo astral, não podendo assim, o príncipe ser baptizado. Nas leis dos nobres, a regra número um constava que os príncipes só poderiam ser baptizados com o nome escolhido pelos pais.
Não havia ninguém eu tivesse conhecimento do nome escolhido, a não ser uma bela fada chamada Chéri. Ela gravara-o num belo anel, mas o sítio onde ele se encontrava era desconhecido. Ninguém percebera o porquê de todo este mistério.
Certo dia, o príncipe decidira partir em busca do seu nome. Este príncipe era muito espiritualista e, sendo assim uma boa pessoa, acreditava em magias, feitiços, elfos, gnomos e tudo que com isto estivesse relacionado.
Então ele pôs-se a pensar e chegou à conclusão que o anel onde o seu nome estava gravado era numa aliança, pois é o único sítio onde se grava o nome das pessoas. Então, agora mais do que nunca, o príncipe fizera planos para encontrar não só o seu nome, mas também a sua princesa, que há tanto tempo esperava por ele. Este fez uma promessa: que no dia em que partisse e no dia em que encontrasse o anel faria o sacrifício de comer o seu prato ais detestado - peixe.
Então, no dia 14 de Março de 1973, o príncipe saiu do castelo em busca do seu nome e da sua felicidade.
Como por magia, a pouco mais de meia hora do inicio da viagem, Chéri estava ao seu lado na carruagem. O príncipe perguntou-lhe o que estava ela ali a fazer. Ela respondeu-lhe que iria ajudar o príncipe na sua missão, dizendo-lhe que se deveria dirigir ao Palácio das Flores. Aí se encontrava a princesa e a aliança na qual o seu nome estava gravado. O príncipe perguntou-lhe também o nome da princesa e obteve a resposta de Leonor. Este agradeceu-lhe e Chéri desapareceu. Ele prosseguiu viagem.
No dia 18 de Abril de 1973, o cocheiro deu-lhe a notícia de que tinham chegado ao tão desejado Palácio das Flores.
O príncipe saiu da carruagem e Chéri apareceu-lhe novamente, dando-lhe os parabéns e lembrando-lhe de cumprir a sua promessa. Logo de seguida desapareceu.
O príncipe alugou um bengalô por dois dias, pois precisava de repouso. No dia seguinte á sua chegada, quando acordou, olhou para o seu lado esquerdo e viu aí pousada uma pequena carta, que dizia:
-Dirige-te hoje ao Palácio das Flores.
Irás encontrar finalmente tudo aquilo
que tanto procuras.
BOA SORTE!
Este, depois de ler isto, não exitou mais e dirigiu-se ao Palácio.
Já em frente á porta da sala do trono, um elfo apareceu-lhe e segredou-lhe:
-Estás a breves minutos de encontrar a tua felicidade {^_^}.
Dentro da sala do trono, o príncipe caminhou sobre a passadeira vermelha, fazendo a normal vénia aos reis. Ao mesmo tempo que se levantara, reparou que entre os cadeirões dos reis se erguia, em cima de uma pequena coluna, um cubo envidraçado, onde se apresentavam duas belas alianças. Este percebera de que alianças se tratavam.
Os reis já sabiam o que estava ele ali a fazer e mandaram logo chamar a princesa.
Quando ela entrou, foi amor à primeira vista.
Estes ficaram horas a conversar e Leonor revelou-lhe o seu nome, dizendo-lhe:
- Abel, passei anos à tua espera, passando por muitos momentos difíceis, mas nunca perdi a esperança.
Ele respondeu-lhe:
- Obrigada Leonor! Agora que sei o meu nome e que estamos juntos, quero ser feliz ao teu lado.
O casamento ficara marcado juntamente com o baptizado do príncipe para três dias depois. Quando chegou de novo ao bengalo, Abel (príncipe) cumpriu a sua promessa de comer peixe.
Finalmente, o dia 21 de Abril de 1973, realizou-se o tão esperado dia do casamento. Tudo estava lindo, incluindo Leonor e Abel! E para espanto de todos, Chéri e Elfo foram os padrinhos de baptismo de Abel.
Já depois de todas as cerimónias, os noivos tiveram uma magnifica Lua-de-Mel.
22 de Junho de 1973, Leonor e Abel estavam casados, felizes, a tomarem o seu pequeno-almoço preferido: Morangos com Champanhe perante uma belíssima vista sobre Londres.
Gabriela, 7ºA

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