O poder de uma dança!
Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noi
te por holofotes.
Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta á avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.
Inês Sousa, 7ºA
Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noi
te por holofotes.Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta á avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.
Inês Sousa, 7ºA
Sem comentários:
Enviar um comentário