quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A minha infância - aventura mais marcante

Ainda me recordo tão bem dos meus tempos de infância! Quando brincava com os meus primos, os colegas do infantário e da primária com quem me divertia muito. Ainda hoje, passados dez anos, reencontro-me com eles na escola, onde somos muito unidos (Não o posso deixar de afirmar!).
A parte mais marcante da minha infância foi, sem dúvida, as brincadeiras que eu tinha no infantário com os meus “velhos” amigos. Lembro-me muitas vezes de ir brincar para a pista ou de ir fazer desenhos com marcadores e, às vezes, fazia umas “pinturas” com os pincéis.
Mas o que vos vou contar passou-se com os meus primos na altura do Natal, em casa dos meus avós, local onde eu, os meus primos e restante família costumamos passá-lo.
Já de barriga cheia, depois do jantar, nós “invadíamos” a casa dos meus avós para jogar às “escondidas no escuro”. Tal como o nome indica, tínhamos de nos esconder num certo espaço da casa em escuridão total. Desta forma, quem nos procurasse deveria ter o cuidado de vasculhar cada recanto da casa a pente fino para nos encontrar. Certa hora foi a minha vez de procurar. Quando já estavam todos escondidos, eu entrei para uma divisão escura com sofás e uma mesa com uma toalha branca, bordada à mão pela minha avó. Procurei por baixo da mesa, mas só descobri que tinha feito um “galo”, pois dei lá uma cabeçada. Ouvi depois uns risinhos naquela sala, resultantes da minha cabeçada na mesa, e descobri logo duas pessoas atrás dos sofás. Continuei a minha busca no quarto dos meus avós, mas lá tudo foi mais fácil, pois fui de encontro ao meu alvo. Agora só me faltava encontrar uma pessoa e foi aí que tudo aconteceu. Procurei, procurei, mas nada... De repente, ouvi miar. Miau, miau… Pensei logo que fosse para me despistar. Mas continuei a ouvir e fui directo ao som para o apanhar de surpresa. Abri o guarda-vestidos, que era de onde o som vinha, e, para meu espanto, em vez de encontrar uma pessoa, encontrei três gatinhos que ainda hoje a minha avó os tem.

Foi este, de facto, um dos momentos mais marcantes da minha infância.

Carlos Samouco, 8ºB

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