Faltava um quarto para as nove, quando Ana saiu de casa. Era sábado e estava uma manhã chuvosa. Ana dirigiu-se para o shopping no seu Porche. Era uma rapariga com dinheiro e invejada por muitas pessoas. Confiava apenas em duas pessoas: o seu namorado e o irmão deste.
Ana tinha marcado um encontro com o seu namorado dentro do shopping às 10:00h e ainda lhe dera tempo para fazer umas compras. Já quase a chegar a hora de estar com o namorado, Ana foi ao W.C.. Afonso chegara ao shopping, ligou à namorada e esta disse-lhe onde estava e que saía de imediato. Afonso esperou, mas ia ficando impaciente até que resolveu ir ao W.C e viu a namorada estatelada no chão com a cabeça na sanita. Ana não tinha ferimentos, simplesmente não respirava. Afonso chamou logo auxílio e o médico particular de Ana. Parecia o crime perfeito!
Ana permanecia no hospital, onde tentavam a todo o custo reanimar a rapariga.
A polícia judiciária deslocou-se ao local do crime, mas não encontrou impressões digitais, nem armas, nem sangue, nem outro objecto suspeito. As câmaras de vigilância estavam intactas e não havia nada de anormal nas suas filmagens. Havia apenas uma suspeita: desde há muito tempo alguém sentia alguma inveja pela vítima. Esta era uma empregada que trabalhava no shopping, local do crime, e que, por acaso, não permanecera no posto de trabalho no dia do crime, pois estava doente (afirmou ela à PJ, mostrando uma declaração médica). Como prova havia a testemunha do médico que a atendera.
Passaram-se alguns dias e sucedeu-se o funeral de Ana. Afonso estava completamente de rastos, pois amava muito a sua namorada. Na hora em que o caixão era colocado na terra, o irmão de Afonso, que até era o melhor amigo de Ana, não deixou que o fizessem. Luís revelara que foi ele o assassino e que Ana não estava morta.
Dissera ele à PJ que gostava, tal como o seu irmão, da vítima e queria que o irmão tivesse uma fraqueza e arranja-se outra para ficar com o caminho livre. Explicara também que trocou o detergente de lavar o chão por um gás que punha as pessoas sem respirar, mas mantinha-as vivas.
Ana acordou com um comprimido dado por Luís. Este que se redimira perante Ana e Afonso; não se livrou de ser preso.
Gabriela, 8ºC
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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