Era uma vez um rei de um reino muito distante. Um dia, ao amanhecer, descobriu, preocupado, que a pequena chave verde, que guardava na gaveta da cómoda, tinha desaparecido. 
O rei ficou preocupadíssimo com o facto de a chave ter desaparecido e decidiu mandar os seus soldados revistarem todas as casas dos habitantes daquele reino. Só que havia um problema! O problema era que estavam no Verão e as chaves do reino eram pretas e ao apanharem sol ficavam verdes, ou seja, existiam muitas chaves verdes, o que dificultava a vida ao rei e aos soldados. Dificultava a vida ao rei porque, ele tinha que tentar descobrir que tinha a dita chave, aos soldados porque eram eles que recolhiam as chaves.
No dia seguinte, o rei deu ordens para que os soldados recolhessem todas as chaves do reino que focem verdes. Os soldados demoraram quatro dias até recolher todas as chaves verdes do reino. Eles chegaram ao castelo «feitos num oito», ou seja, mesmo muito cansados.
Nesse mesmo dia, o rei começou logo a tentar descobrir se algum dos habitantes tinha a sua chave verde. Ele procurou, procurou, procurou até que chegou à sua última chave e, mesmo assim, não encontrou a sua querida chave. O rei pensou para si mesmo:
- Se calhar algum dos meus súbditos já pensava que eu iria fazer isto, por isso, deve ter pintado a chave de preto. «Eureka»! Descobri! Só pode ter sido isto!!!
Na manhã seguinte, o rei mandou recolher apenas as chaves pretas e, para espanto do rei, apenas existia uma chave preta. O rei mandou as aias da sua mulher lavarem muito bem a chave para ver se era aquela a sua chave.
Passadas umas duas horas, as aias vieram entregar-lhe a chave e a tinta preta tinha saído completamente. E foi assim que o rei descobriu a chave verde que era tão especial para si.

O rei ficou preocupadíssimo com o facto de a chave ter desaparecido e decidiu mandar os seus soldados revistarem todas as casas dos habitantes daquele reino. Só que havia um problema! O problema era que estavam no Verão e as chaves do reino eram pretas e ao apanharem sol ficavam verdes, ou seja, existiam muitas chaves verdes, o que dificultava a vida ao rei e aos soldados. Dificultava a vida ao rei porque, ele tinha que tentar descobrir que tinha a dita chave, aos soldados porque eram eles que recolhiam as chaves.
No dia seguinte, o rei deu ordens para que os soldados recolhessem todas as chaves do reino que focem verdes. Os soldados demoraram quatro dias até recolher todas as chaves verdes do reino. Eles chegaram ao castelo «feitos num oito», ou seja, mesmo muito cansados.
Nesse mesmo dia, o rei começou logo a tentar descobrir se algum dos habitantes tinha a sua chave verde. Ele procurou, procurou, procurou até que chegou à sua última chave e, mesmo assim, não encontrou a sua querida chave. O rei pensou para si mesmo:
- Se calhar algum dos meus súbditos já pensava que eu iria fazer isto, por isso, deve ter pintado a chave de preto. «Eureka»! Descobri! Só pode ter sido isto!!!
Na manhã seguinte, o rei mandou recolher apenas as chaves pretas e, para espanto do rei, apenas existia uma chave preta. O rei mandou as aias da sua mulher lavarem muito bem a chave para ver se era aquela a sua chave.
Passadas umas duas horas, as aias vieram entregar-lhe a chave e a tinta preta tinha saído completamente. E foi assim que o rei descobriu a chave verde que era tão especial para si.
Marta, 8ºB
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