Era uma vez uma pobre leiteira que vivia numa pequena casa. Ela tinha duas vacas, que lhe davam leite. Mas as duas vacas estavam muito magras, pois a pobre mulher não tinha dinheiro para comprar a palha para elas. Ela bem que tentava vender o leite, mas as pessoas já não o queriam, preferiam beber o café, de manhã, em vez do leite. Estavam enjoadas!!!
O que é que haveria de fazer?
Um dia, as vacas, já esfomeadas, sem comer, fugiram do estábulo e foram com a leiteira até ao pasto, onde havia grandes silvados que davam grandes amoras cor-de-rosa. Como as ervas estavam todas rapadas, por causa de um rebanho de ovelhas as ter comido, as vacas tiveram de comer as amoras, pois, com
aquela fome, mal se seguravam de pé.
No outro dia de manhã, a mulher foi mugir as vacas para beber o seu leite ao pequeno-almoço e reparou que ele era cor-de-rosa, tal como as amoras que tinham comido no dia anterior. Ao provar o leite confirmou: era “leite de amora”.
Nesse dia, voltou a levar as vacas a comer as amoras e o leite continuou cor-de-rosa. Não havia dúvida: aquelas amoras eram especiais!
Então, levou logo o leite para a feira:
– Ó freguês, ó freguês, venha ver o meu leite de amora!
Um homem, curioso, veio provar o leite:
– Que leite bom! – Exclamou o homem – Como é que o fez?
– Eu não o fiz, é claro! As vacas é que o dão!
O homem ficou muito espantado, mas elogiou a mulher e comprou duas bilhas de leite.
O homem saiu dali e mostrou o leite a várias pessoas da feira. Rapidamente o leite ficou famoso e a mulher rica, pois as encomendas não paravam de aumentar. A pouco e pouco, o café da manhã foi trocado pelo leite de amora.
Foi assim a história da leiteira que de mulher pobre, ficou rica e famosa.
Carlos Samouco, 8ºB
O que é que haveria de fazer?
Um dia, as vacas, já esfomeadas, sem comer, fugiram do estábulo e foram com a leiteira até ao pasto, onde havia grandes silvados que davam grandes amoras cor-de-rosa. Como as ervas estavam todas rapadas, por causa de um rebanho de ovelhas as ter comido, as vacas tiveram de comer as amoras, pois, com
aquela fome, mal se seguravam de pé.No outro dia de manhã, a mulher foi mugir as vacas para beber o seu leite ao pequeno-almoço e reparou que ele era cor-de-rosa, tal como as amoras que tinham comido no dia anterior. Ao provar o leite confirmou: era “leite de amora”.
Nesse dia, voltou a levar as vacas a comer as amoras e o leite continuou cor-de-rosa. Não havia dúvida: aquelas amoras eram especiais!
Então, levou logo o leite para a feira:
– Ó freguês, ó freguês, venha ver o meu leite de amora!
Um homem, curioso, veio provar o leite:
– Que leite bom! – Exclamou o homem – Como é que o fez?
– Eu não o fiz, é claro! As vacas é que o dão!

O homem ficou muito espantado, mas elogiou a mulher e comprou duas bilhas de leite.
O homem saiu dali e mostrou o leite a várias pessoas da feira. Rapidamente o leite ficou famoso e a mulher rica, pois as encomendas não paravam de aumentar. A pouco e pouco, o café da manhã foi trocado pelo leite de amora.
Foi assim a história da leiteira que de mulher pobre, ficou rica e famosa.
Carlos Samouco, 8ºB
4 comentários:
Excelente!!
Adorei esta história, parabéns Carlos!!!
Obrigado :)
História espetacular! Muitos parabéns carlos. Dominas a língua portuguesa e o mundo da imaginação como ninguém. uma escrita mais limpida imaginativa e clara que amaioria dos professores de português. No meio do panorama que atravessamos, es concerteza um dos poucos alunos que ainda tem a capacidade de fazer Portugal um pais melhor. Muitos abracos e eapero que sigas uma carreira literatura.
De facto, a históriá está bem estruturada e a imaginação impera! Quem sabe se a solução para a crise do nosso país não passa pela criação de ideias inovadoras como aquela que o Carlos inventou!!!
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