sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Olá meninos!

Olá a todos!
Já começou o novo ano lectivo há dois meses e, durante este período de tempo, já desenvolvemos várias actividades de escrita.

O que vamos fazer agora?

À medida que forem sendo elaborados os textos e corrigidos por mim, irei publicálos neste blogue.


Fico à espera das vossas ideias!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Falar Verdade a Mentir

Uma vez que as férias estão na sua fase final, gostaria que começassem a ler uma das obras que iremos ler no oitavo ano!

Falar a Verdade a Mentir é o título duma peça escrita por Almeida Garrett em 1825. Foi publicada em 1830.
A acção deste drama desenrola-se em Lisboa, no século XIX. Foi representada pela primeira vez em Lisboa, no Teatro Tália, pela sociedade particular do mesmo nome, em 7 de Abril de 1845.


A peça contém apenas um acto (acto único) e é composta por dezassete cenas.

José Félix, o criado particular de um General, tudo fará para tornar credíveis as mentiras de Duarte, pretendente de Amália. No meio de tudo isto existe um motivo: desse casamento depende o casamento de José Félix com Joaquina, que por acaso até tem um dote.

Brás Ferreira, pai de Amália, encontra-se definitivamente preparado para apanhar Duarte numa das suas muitas mentiras. Se tal se vier a suceder, está determinado a cancelar o casamento da sua amada filha com Duarte.

Quanto a Duarte, acaba por ficar convencido de que não diz senão verdades.

A obra era uma crítica cómica à sociedade da altura e, ainda hoje, conserva o seu humor refinado.

Boa leitura!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Rodrigues de Carvalho é um escritor português, nascido em Viana do Castelo em 1957.

Destinos Traçados é um emocionante livro, que nos asfixia, tal é a vontade que se tem de chegar ao final da sua leitura.

Esta obra conta a história de amor existente entre Dúlia (uma rapariga de 25 anos, pertencente à classe alta da sociedade, mas que mesmo assim tirou e exerceu o seu curso de veterinária) e um piloto de barcos, de 32 anos, que tem um sonho: ganhar o grande prémio.

Bom, aqui está um óptimo começo...

Espero que leiam o livro e que continuem o desvendar da restante acção.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Meus queridos discípulos:
Como as férias não se podem apenas reduzir ao total descanso físico e mental do corpo, lembrei-me de vos recomendar a leitura de alguns livros, já lidos por mim.

São eles:
"A menina que não queria falar", de Torey Hayden;
"A menina que nunca chorava", de Torey Hayden;
"Destinos traçados", de Rodrigues Carvalho.

Estes são três livros bastante interessantes, de fácil leitura e interpretação, que vos podem absorver a mente.

Leiam estes ou outros livros, pois só assim o vosso cérebro poderá desenvolver todas as suas capacidades, não ficando, deste modo, preguiçoso.


Boas leituras e continuação de óptimas férias.

quarta-feira, 23 de julho de 2008


Olá, de novo!
Como toda a gente está de férias, tive uma ideia brilhante:

que tal se me enviassem fotografias das vossas férias aí em Toutosa ou dos locais onde vão descansar e relaxar?

Fico à espera!!!

Mal tenha as vossas fotos, irei publicá-las no nosso blogue.

Poderão mandar as fotografias para a minha caixa de correio (e-mail):

sofiapereiradeviseu@gmail.com

Será evidente que ao enviarem as mesmas, estão a consentir a sua publicação.

Beijinhos da vossa professora

Olá meus queridos alunos do 7ºano, melhor, agora do 8ºano:

Aqui estou eu de novo para vos cumprimentar e para vos desejar a continuação de óptimas férias.

É claro que as férias não devem servir apenas para descansar. Como tal, meus queridos, vamos fazer cópias do vosso manual de 7º ano. Assim poderão melhorar a vossa caligrafia e enriquecer o vosso vocabulário.

Espero firmemente que sigam o meu conselho de professora e, principalmente, de amiga.

Boas férias!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Olá meninos!
Como é que estão a correr as vossas férias? De certo que bem...

E as vossas notas? Tiraram os níveis para os quais trabalharam? Bom, se estudaram, os professores recompensaram-vos em todo o vosso esforço e empenho!

Descansem, mas não esqueçam a leitura. Não vos quero encontrar em Setembro a soletrar e a juntar as letras. Como diz o ditado popular:

De livro fechado, não sai letrado.

Boas férias e até breve!



terça-feira, 27 de maio de 2008



O sapatinho de cristal

Era uma vez uma menina que, aquando do seu nascimento, sentiu a sua mãe a morrer. Quando ela já estava crescida, o seu pai conheceu uma viúva com quem se casou. Ela tinha duas filhas que eram muito «senhoras do seu nariz», e não eram lá muito bonitas. Quando o pai da jovem Margarida estava em casa, elas eram muito simpáticas, mas quando saía de casa tratavam-na como uma escrava. Ela tinha que limpar a casa, cozinhar e era tratada abaixo de animal.
A madrasta e as filhas estavam sempre bem vestidas, mas a pobre Margarida estava sempre mal vestida, com roupas rotas e sujas. Coitadinha!
Um dia, um mensageiro todo bem vestido chegou com uma mensagem do rei a convidar todas as pessoas para um baile de aniversário do seu mandato. Era apenas o 1º aniversário de mandato pois ele era muito jovem. A Margarida ficou muito triste, pois não podia ir ao baile, mas a sua madrasta e as duas filhas foram logo gastar pipas de massa em vestidos, sapatos, chapéus chiques e muito mais. Mas, numa linda noite estrelada, apareceu uma bela fada com um vestido cor-de-rosa e uma varinha mágica com uma estrela na ponta. Esta concedeu-lhe três desejos. A Margarida ficou contentíssima e o seu primeiro desejo foi ter um belo vestido verde e branco acompanhado de uns belos sapatos de cristal, o segundo desejo foi ter um lindo “coche” e, por último pediu para ir ao baile.
-Por favor, podes conceder-me estes desejos? - perguntou a pobre Margarida.
- Posso, mas só os podes utilizar até à meia-noite – respondeu a bela fada.
- Obrigada, bela fada! Muito obrigada! – agradeceu a Margarida. E lá foi ela para o baile no belo “coche”, com o belo vestido e com os sapatos de cristal que faziam inveja a toda a gente.
Quando chegou ao salão, viu que era um salão gigantesco e viu o rei no grande trono.
O rei começou a descer do trono e veio directo a ela. Ela começou a tremer de vergonha.
-Dá-me a honra desta dança, “madame”? – perguntou-lhe o rei.
- Sim! – respondeu a Margarida muito envergonhada e vermelha.
A sua madrasta e as filhas tinham ido à casa de banho planear uma maneira de pôr uma das filhas a dançar com o rei e depararam-se com a sua “escrava” a dançar com o rei. Ficaram furiosas!...
Aproximando-se a meia-noite, ela ficou triste e, de repente, fugiu. O rei ainda foi atrás dela, mas não a conseguiu apanhar. Depois sentou-se nas escadas e viu um sapatinho. Então mandou os seus empregados percorrer o reino para ver a quem servia aquele sapatinho. Todas as raparigas do reino tiveram de o experimentar, mas apenas à bela Margarida serviu. A madrasta e as filhas bem o tentaram caçar, mas não lhe servia.
Então a Margarida e o rei casaram, tiveram muitos filhinhos e viveram felizes para sempre!


Vitor, 7ºB

sexta-feira, 23 de maio de 2008

A rainha Dona Urraca e a sua gata

Há quatro anos atrás havia uma rainha que vivia num castelo. Dentro desse castelo havia porteiros, um rei e uma gata. O nome da gata era
Chigua, o nome do rei era dominique.
Um dia., o rei foi dar uma volta com a sua rainha Urraca e com a sua gata. Não havia nada mais limpa do que aquela gata. A rainha também achava que a gata era muito limpa e bonita
_ A nossa gata e muito bonita exclamou a rainha
_pois e! – Disse o rei.
De volta a casa, a gata começou a miar muito miou! Miau! Miava a gata.
-O que quer a nossa gatinha? Perguntou a rainha.
- Não sei! – Exclamou o rei.
Foi nesse momento que o rei mandou o condutor parou. A gata, como era muito limpinha, foi fazer as suas necessidades. Então foi ai que o rei disse:
- Então era por isso que a nossa gata estava sempre a miar! Disse o rei.
- Eu cada dia que passa tenho mais gosto na nossa gata! Disse a rainha. Já em casa, o rei foi dar comer a gata. A noite, o rei e a rainha foram dormir, foi ai que a gata fugiu. De manha cedo, o rei ia para dar comida a gata e não a vi. O rei chamou a rainha:
_ Esposa! Esposa! Vem cá a baixo num instante… chamou O rei
_ Que foi homem? Que a aconteceu? Perguntou o rei
_Foi o nossa gata que fugiu de casa! Disse o rei
_O quê! Exclamou a rainha
A esposa do rei desceu e começaram os dois a procurar a gata, mas não a encontraram.
- Não vamos encontrar outra gatinha como aquela que nos tínhamos! Disse a rainha.
- Pois não disse o rei.
E e assim que acaba a minha historia de um casal infeliz por causa de uma gata.

Emanuel, 7ºA

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O sapato perdido

Era uma vez um rei e uma rainha que queriam muito ter um filho. E houve um dia em que a rainha acordou muito enjoada e resolveu chamar um médico.
Logo que o médico chegou ao Castelo, foi logo observar a rainha. O médico disse-lhe que ela estava grávida e que ia ter uma menina.
Passado nove meses, a rainha teve a sua filha, mas, durante o parto, a rainha não resistiu e faleceu.
Então a pequenota ficou desde a nascença a viver com seu pai. Ele deu-lhe o nome de Lara.
Mas como o rei andava sempre de país em país, tinha de arranjar uma madrasta para Lara.
A madrasta dela era muito má para si, e as suas duas filhas também.
Quando o rei estava ausente, elas faziam de Lara sua criada: ponham-na a limpar o chão, a fazer as refeições, a cozer os fatos, etc…
Um dia, a madrasta recebeu uma carta, cujo conteúdo era convite dirigido para as pessoas mais importantes, para uma festa onde iam honrar o príncepe herdeiro.
A Lara ficou muitíssimo triste, pois já sabia que a sua madrasta ia com as suas duas filhas no seu lugar e não a iam deixar ir.
Então, de imediato, ela começou a chorar e aquelas três feiosas começaram a rir-se dela.
Foram-se arranjar para a festa e disseram a Lara para continuar a limpar e que tinha de ficar tudo a brilhar.
Depois das bruxas estarem prontas, foram para aquela grandiosa festa.
Lara ficou a limpar sozinha e abandonada, mas, de repente, apareceu a sua madrinha, que era a fada boa da floresta.
A pobre rapariga contou o que se estava a passar á sua madrinha e logo ela ajudou a sua querida afilhada.
Ela deu-lhe um belo vestido cor-de-rosa com muitos brilhantes. Fez-lhe um lindíssimo penteado, deu-lhe uns sapatinhos com um laço á frente… Mas o melhor foi que ela transformou uma abóbora numa bela carruagem para Lara poder ir para aquela festa.
E lá foi ela até á festa, linda como o céu estrelado.
Quando lá chegou, o príncepe reparou logo nela. De imediato ele dirigiu-se para ela e pediu-lhe para ela dançar com ele.
A madrasta de Lara e as suas irmãs ficaram furiosas e enervadas.
Quando Lara estava a dançar reparou que tinha desaparecido uma das pulseiras e correu até cá fora, pois a magia estava a acabar.
Ela deixou para trás um dos seus sapatinhos e o príncepe ficou com ele.
No outro dia, o príncepe andou a ver a quem é que o sapato servia.
Quando chegou a casa da princesa, as bruxas experimentaram-no, mas o sapato não serviu a nenhuma, pois o sapato era pequeno demais para os pés delas. De repente apareceu a Lara e o príncepe insistiu em experimentar-lhe o sapato. Encaixou na perfeição!
Depois a Lara e o príncepe casaram, tiveram filhos e netos e ficaram juntos e felizes para sempre.

Joana Duarte.
7ºB
No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manha passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe um bicho muito estranho.
O lobo foi-se aproximando lentamente com o seu ar feroz ate ficar frente a frente com esse bicho, para ver realmente quem era.
Era um bicho muito estranho mesmo, tinha 1m e 25cm, dentes de javali, era perneta, tinha uma mão postiça com um gancho de ferro, os seus olhos eram verdes florescentes, seu cabelo era cor-de-laranja, tinha um grande pelo que saía para fora do nariz…Enfim, era realmente muito assustador.
O lobo Lumania ficou pela primeira vez com medo de alguém. Então começou a afastar-se lentamente com muito medo.
-Estas a fugir de mim, pobre lobo?! – Perguntou o pequeno monstro.
-Não, achas? Porque haveria eu de estar a fugir de ti? – Respondeu o destemido lobo.
-Não sei, caro amigo! Pareces ser muito simpático, sabias? – Exclamou ele.
-Eu? A sério? Não me estas a enganar? – Perguntou o lobo.
-Sim, és o primeiro animal que fala comigo! Todos me fogem, dizem que sou muito assustador e também feio. - Disse o triste monstro
O lobo ficou muito emocionado com todas aquelas palavras e disse-lhe:
-A partir de agora somos amigos e juntos vamos fazer novas amizades e muitas brincadeiras, queres? – Perguntou o lobo Lumania.
-Sim, claro que quero! – Respondeu o humilde monstro.
Passado alguns dias o lobo decidiu ir pedir desculpa aos outros animais por ter sido tão mau e feroz com eles. Eles desculparam-no e todos ficaram amigos.
O lugar onde viviam todos ficou conhecido como o lugar da amizade.

Joana Duarte.
7ºB

terça-feira, 6 de maio de 2008

A manhã de Natal

Numa bela cidade de Portugal, Bé sonhava como seria o Natal que ela lia nos seus livros. Tudo parecia tão bonito, tão mágico, e a pequena menina de 13 anos nunca teve a oportunidade de “sentir” o Natal. Bé namorava com um rapaz de quem gostava muito. Ele chamava-se José e este tinha uma personalidade muito própria.
A pequena menina tinha o desejo de sentir, pela primeira vez, a magia de Natal acompanhada pelo namorado, mas a pequena menina temia que o pai não a deixasse ir sozinha com ele para Paris. Bé andava triste!
Um dia, a mãe de Bé encontrou-a a chorar no quarto, perguntou-lhe o que tinha e a menina, que não tinha segredos para a mãe, contou-lhe o motivo. No fim de uma longa conversa, a mãe de Bé tentou acalmá-la e explicar-lhe que o pai só a tentava proteger, pois, apesar de tudo, a menina era muito nova. Flora (mãe de Bé) era muito compreensiva e percebera que era muito bom para a menina ir a Paris passar o Natal com José. Ela sabia que o amor eu Bé sentia pelo namorado era extravagantemente grande, contudo iria ser difícil convencer o pai.
Um dia, marcaram um encontro para Francisco conhecer o namorado da filha. Bé não sabia que o namorado ia a sua casa... Quando se deparou com ele, ficou de pé e olhou para a mãe. Esta fez-lhe um aceno com a cabeça, por isso a menina não resistiu e foi dar um beijo e um abraço ao namorado.
Francisco ia gostando de José aos poucos e poucos e tal, como Flora, percebera que o que realmente unia Bé a José era a paz, a tranquilidade e o amor. Para grande espanto de todos, o pai emocionou-se e deu autorização a Bé para ir a Paris passar o Natal com José. Esta correu logo para o colo do pai a agradecer-lhe.
Bé e José estavam muito felizes!
Já dentro do avião Bé tinha um brilhozinho nos olhos.
Quando chegaram a Paris fora par o hotel.
Chegara o dia maravilhoso: a manhã de Natal! José já conhecia a cidade, como tal mostrou os sítios mais bonitos a Bé, inclusive foram à Disneyland, ao Arco de Triunfo e a um lugar muito especial, à Torre Eiffel. Foi aqui que José lhe fez um pedido oficial de namoro, declarara-se verdadeiramente a Bé e prometeu-lhe que jamais a iria deixar, queria ficar com ela para sempre!
Esta manhã de Natal não era como a que a menina lia nos livros, mas a magia foi tão intensa que ela estava feliz na mesma. No entanto, as ruas de Paris estavam enfeitadas nataliciamente e os dois saborearam os pratos e doces tradicionais de Natal.
Ainda nos dias de hoje, Bé guarda no seu coração todo este sonho tão intenso que parece realidade.

Gabriela Pinto
Nº14 7ºA
O nome misterioso

Numa terra longínqua, chamada o Encanto das Fadas, habitava, num castelo, um esbelto príncipe. Tinha olhos azuis, cabelos loiros, lábios com um tom rosado e apresentava um corpo bem constituído.
Tinha um único problema: não tinha nome. Quando nascera, seus pais (reis) escolheram um nome simples, vulgar, mas belo. Entretanto deu-se uma guerra e os reis (seus pais) partiram para o mundo astral, não podendo assim, o príncipe ser baptizado. Nas leis dos nobres, a regra número um constava que os príncipes só poderiam ser baptizados com o nome escolhido pelos pais.
Não havia ninguém eu tivesse conhecimento do nome escolhido, a não ser uma bela fada chamada Chéri. Ela gravara-o num belo anel, mas o sítio onde ele se encontrava era desconhecido. Ninguém percebera o porquê de todo este mistério.
Certo dia, o príncipe decidira partir em busca do seu nome. Este príncipe era muito espiritualista e, sendo assim uma boa pessoa, acreditava em magias, feitiços, elfos, gnomos e tudo que com isto estivesse relacionado.
Então ele pôs-se a pensar e chegou à conclusão que o anel onde o seu nome estava gravado era numa aliança, pois é o único sítio onde se grava o nome das pessoas. Então, agora mais do que nunca, o príncipe fizera planos para encontrar não só o seu nome, mas também a sua princesa, que há tanto tempo esperava por ele. Este fez uma promessa: que no dia em que partisse e no dia em que encontrasse o anel faria o sacrifício de comer o seu prato ais detestado - peixe.
Então, no dia 14 de Março de 1973, o príncipe saiu do castelo em busca do seu nome e da sua felicidade.
Como por magia, a pouco mais de meia hora do inicio da viagem, Chéri estava ao seu lado na carruagem. O príncipe perguntou-lhe o que estava ela ali a fazer. Ela respondeu-lhe que iria ajudar o príncipe na sua missão, dizendo-lhe que se deveria dirigir ao Palácio das Flores. Aí se encontrava a princesa e a aliança na qual o seu nome estava gravado. O príncipe perguntou-lhe também o nome da princesa e obteve a resposta de Leonor. Este agradeceu-lhe e Chéri desapareceu. Ele prosseguiu viagem.
No dia 18 de Abril de 1973, o cocheiro deu-lhe a notícia de que tinham chegado ao tão desejado Palácio das Flores.
O príncipe saiu da carruagem e Chéri apareceu-lhe novamente, dando-lhe os parabéns e lembrando-lhe de cumprir a sua promessa. Logo de seguida desapareceu.
O príncipe alugou um bengalô por dois dias, pois precisava de repouso. No dia seguinte á sua chegada, quando acordou, olhou para o seu lado esquerdo e viu aí pousada uma pequena carta, que dizia:
-Dirige-te hoje ao Palácio das Flores.
Irás encontrar finalmente tudo aquilo
que tanto procuras.
BOA SORTE!
Este, depois de ler isto, não exitou mais e dirigiu-se ao Palácio.
Já em frente á porta da sala do trono, um elfo apareceu-lhe e segredou-lhe:
-Estás a breves minutos de encontrar a tua felicidade {^_^}.
Dentro da sala do trono, o príncipe caminhou sobre a passadeira vermelha, fazendo a normal vénia aos reis. Ao mesmo tempo que se levantara, reparou que entre os cadeirões dos reis se erguia, em cima de uma pequena coluna, um cubo envidraçado, onde se apresentavam duas belas alianças. Este percebera de que alianças se tratavam.
Os reis já sabiam o que estava ele ali a fazer e mandaram logo chamar a princesa.
Quando ela entrou, foi amor à primeira vista.
Estes ficaram horas a conversar e Leonor revelou-lhe o seu nome, dizendo-lhe:
- Abel, passei anos à tua espera, passando por muitos momentos difíceis, mas nunca perdi a esperança.
Ele respondeu-lhe:
- Obrigada Leonor! Agora que sei o meu nome e que estamos juntos, quero ser feliz ao teu lado.
O casamento ficara marcado juntamente com o baptizado do príncipe para três dias depois. Quando chegou de novo ao bengalo, Abel (príncipe) cumpriu a sua promessa de comer peixe.
Finalmente, o dia 21 de Abril de 1973, realizou-se o tão esperado dia do casamento. Tudo estava lindo, incluindo Leonor e Abel! E para espanto de todos, Chéri e Elfo foram os padrinhos de baptismo de Abel.
Já depois de todas as cerimónias, os noivos tiveram uma magnifica Lua-de-Mel.
22 de Junho de 1973, Leonor e Abel estavam casados, felizes, a tomarem o seu pequeno-almoço preferido: Morangos com Champanhe perante uma belíssima vista sobre Londres.
Gabriela, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma gruta que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, a gruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia um caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma chave. Leram a mensagem que dizia que quem encontrasse o tesouro o aproveita-se para fazer o bem! Pegaram na chave, abriram o baú e lá encontravam-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas!!!

Gabriela, 7ºA
A admiração de Joana

Era uma vez uma menina chamada Joana, que estava num bosque mágico e encontrou um rapaz que se chamava Filipe. Ele era muito fofo, querido e amoroso. Depois encontrou uma árvore mágica de maçãs vermelhas. Filipe perguntou o nome á Joana e ele disse-lhe:
- Como te chamas?
- Eu chamo-me Joana e tu?
- Eu chamo-me Filipe!
- Tens um nome muito bonito.
- Obrigado! Tu és muito simpática, tímida e tens uns olhos muito bonitos.
- Ah! Obrigado!
- Queres ir dar um passeio?
- Sim, pode ser! Mas eu primeiro queria provar uma maçã destas, dizem que são as maçãs do AMOR.
- Ok, vamos lá?
- Sim.
Andaram uns minutos ate que chegaram á árvore das maçãs mágicas. O Filipe pegou numa maçã e deu-a á Joana, e a Joana fez o mesmo.
- Hm! Hm! Estas maçãs são óptimas!...
- Concordo! Estas maçãs são muito boas.
Comeram uma maçã e continuaram o seu passeio pelo lindo bosque ate que chegaram a um sítio maravilhoso, escondido por várias árvores. Chegaram lá e viram um autêntico paraíso: um rio, uma gruta, cascatas… entre outras coisas. Eles ficaram fascinados com aquele maravilhoso paraíso. A Joana ficou admiradíssima, pois nunca tinha encontrado um lugar tão maravilhoso.
Passaram alguns anos e o Filipe decidiu que tinha que perguntar uma coisa à Joana:
- Joana, posso fazer-te uma pergunta:
- Sim, se eu souber responder.
- Queres namorar comigo?
- Bem, estava a ver que nunca mais me perguntavas isso! Eu também estava para te perguntar o mesmo, mas como eu acho que os primeiros a dar o passo são os rapazes, mas claro que aceito, e estou apanhadinha por ti. ADORO-TE!!!
- Eu também te adoro muito, mas mesmo muito.
- Filipe, sabes o que estou a pensar?
- Não, mas, por favor, diz-me.
- Não queres construir uma casa aqui neste sítio maravilhoso? Poderíamos ser muito felizes aqui! - Bem, tu tens cada ideia… sim! Ok! Pode ser.
- “Bora”, lá
Passado alguns anos, a casa já estava construída, já tinham casado e 3 filhos.

E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE!!!

Diana Teixeira, 7ºA, nº 9

quarta-feira, 23 de abril de 2008

O galo e a pérola!

Era uma vez uma senhora que se chamava Leonor, e era muito pobre. Ela gostava muito de galos e vivia com um galo que falava. Esse mesmo galo chamava-se Jolie, Leonor tinha muito gosto no seu galo. Um dia, o seu galo fugiu, porque não tinha uma casa como ele gostava. A Leonor tinha muita estima pelo seu galo. Ficou muito, muito, muito triste, e decidiu ir à procura dele. Claro que a Leonor não o encontrou. Ficou tão desesperada que mandou fazer uma casinha para o galo, pois a Leonor ainda tinha esperanças de que o galo (Jolie) iria aparecer. Passaram-se semanas e semanas, até que o galo não aguentou as saudades que tinha da sua dona Leonor e voltou para casa.
A dona disse:
- Que saudades que eu tinha de ti! – Exclamou a Leonor.
- Eu também! - Respondeu o galo.
- Eu decidi fazer uma casinha para ti, visto que foste embora por causa de não teres uma. Eu fi-la!
Assim a Leonor e o galo ficaram bem. Estavam amigos e o galo adorou a sua casa. Mas houve um dia que a Leonor reparou que o galo tinha uma pérola amarrada ao pescoço. Como a Leonor era muito pobre, ela um dia, quando o galo estava a dormir, tirou-lhe a pérola e ao pegar na nela a sua casa transformou-se num castelo. Foi aí que o galo acordou!
- O que è isto? Éramos tão pobres!! – Disse o galo.
- Eu peguei na pérola que tinhas ao pescoço e isto transformou-se! – Disse a Leonor.
- Pois essa era a pérola que eu fui buscar quando fugi! – Disse o galo.
- Ah,! Agora percebo porque fugiste! – Disse a Leonor.
- Gosto muito de ti, por isso fui à procura da pérola que eu sabia que existia. Essa pérola dá para tu pedires tudo o que quiseres. – Disse o galo.
A dona do galo ficou eternamente agradecida ao galo e conseguiu dar-lhe as coisas que ele queria. A Leonor podia ter tudo… A Leonor ficou muito contente. Assim viveram felizes para sempre. A Leonor arranjou um namorado que gostava mesmo muito dela e casaram, a Leonor ficou na mesma com o galo e o Filipe que era o marido da Leonor passou a gostar muito do galo. Assim viveram felizes para sempre, os três no castelo.

Miriam, 7ºA

O cão e o mosquito

Um dia, num reino onde os animais falavam, estava um cão sentado a guardar a casa dos seus donos. Até que um mosquito pousou na casota e começou a chateá-lo. Depois de tanto sofrimento, o cão irritado saltou para o mosquito na tentativa de o comer. O mosquito conseguiu fugir mas depressa voltou, o cão desesperado começou a ladrar na tentativa que aquele mosquito chato e arrogante para-se de o chatear. O que o cão não sabia, era que havia um ladrão que tentava desesperadamente entrar pela janela das traseiras da casa. O ladrão estava assustado e nervoso por causa do ladrar do cão. Entretanto os donos do cão estavam a suspeitar o facto do seu cão estar a ladrar tanto. Decidiram ver o que se passava.Quando chegaram lá fora, viram o cão a ladrar sozinho. Os donos estranharam essa atitude por parte do seu cão, que era inteligente e destemido. Então decidiram ver á volta da casa e depressa avistaram o ladrão avisaram a policia, que sorrateiramente o apanharam. O ladrão foi julgado e preso, e o cão foi considerado um HEROI. E só de pensar que isto tudo só aconteceu por causa de um mosquito chato e arrogante , até me rio!...

Pedro, 7ºA
“A história das(a) meninas(a) de todas as cores”


Era uma vez três meninas muito divertidas, que estavam sempre com o sorriso nos lábios.
Adoravam passear pela natureza, mas os seus maiores “hobbies” eram realmente irem ás compras.
Elas adoravam estar na moda. A Lulu, a menina mais nova e que tinha cerca de 7 anos, adorava as cores do arco-íris; a Alicia, que tinha 14 anos, adorava cores garridas; e a mais velha, que tinha entre os 18 a 20 anos, gostava de todas as cores.
De facto, elas eram muito divertidas e depois com aquelas roupas... Bem, ficavam simplesmente magníficas.
Um dia, ao amanhecer, as três meninas acordaram, mas, de repente, olharam-se ao espelho e as três meninas estavam de todas as cores.
Elas muito assustadas, sem saberem o que fazer, decidiram ir tomar banho, mas aquelas cores não saíam dos seus cores.
Então optaram por irem ao médico. O médico examinou-as de cima a baixo e não conseguiu detectar o que se passava com aquelas três meninas. Nada feito!
Então elas foram para casa, todas preocupadas sem saber o que se passava com elas.
À noite apareceu uma fada a dizer que elas foram as premiadas para serem “as meninas de todas as cores.”
Como as meninas até gostavam muito de andar coloridas agradou-lhes a ideia.
Passados alguns dias, as meninas habituaram-se a andar com aquelas cores todas.
Pronto, assim aquelas meninas passaram a ser conhecidas pelas “meninas de todas as cores”

Daniela, 7ºA

terça-feira, 22 de abril de 2008

A boneca

Era uma vez uma linda menina chamada Anita que vivia numa casa muito grande com os seus pais, avós e seus empregados.
Anita estava entusiasmada, pois, no dia seguinte, fazia 8 anos. Sua mãe Susana vai sempre com ela comprar o seu presente, mas este ano, estranhamente, não foi. Anita estava muito curiosa e durante a noite foi ao quarto da mãe, à sala, à cozinha, ao escritório para procurara o presente mas não o encontrou. Então voltou para a cama dormir. No outro dia, logo de manhã ela acordou cedíssimo e foi logo tomar o pequeno – almoço. A sua empregada Maria deu-lhe logo a sua prenda: era um vestido. O seu pai, antes de ir para o emprego deu - - lhe um brinquedo e dinheiro, os seus avós roupa e sua mãe nunca mais lhe dava. Anita curiosa perguntou à sua mãe:
- Mãe, não me dás uma prenda?
- Já vai! Só estava à espera da hora de almoço, mas querê-la já?
-Sim, quero! E o que é?
-Já vais ver… É para ti e muitos parabéns, Anita.
- Obrigada, muito obrigada, é muito linda! Vou chamar-lhe bela. Gostas do teu nome, linda boneca?
Quando todos pensavam que ela não iria responder, a Bela disse:
- Gosto, é muito bonito.
Todos ficaram admirados! Anita, ao ouvi-la atirou-a para o chão e, com medo. Abraçou a mãe dizem - do:
- Mãe, ela fala é mágica …
-Deve ser, minha linda! Amanhã vamos levá-la à loja.
No outro dia, Susana e Anita foram à loja e perguntaram ao dono da loja se a boneca era mágica, ao que o senhor respondeu:
- Sim, é.
- Mágica?! Ela fala, faz tudo o que uma menina faz! -disse Anita.
- Sim, quem é carinhoso para estas bonecas, elas começam a fazer tudo como uma menina.
- Fixe, eu sempre quis ter uma irmã e, ó mãe, nunca me destes a agora já tenho, obrigada mãe! Foi a prenda mais bonita que eu tive.
- Ainda bem que gostaste e já agora temos de - lhe comprara roupa, sapatos, uma cama, tudo…Vamos a uma loja?
- Sim, vamos, eu adoro-te mãe. És a melhor do mundo.
Anita e a sua mãe compraram de tudo para a Bela e, quando chegaram a casa, contaram à família a história da boneca. Todos ficaram contentes e assim ficaram com mais uma menina em casa. Anita era a mais contente de todos, pois ficou com uma irmã que nunca teve.

Cristina, 7ºA
As duas velhinhas

Há muitos anos, lá no outro lado do mundo, conta a lenda de um certo país onde aí moravam duas raparigas muito bonitas!
Nesse mesmo país houve um sismo, causando danos quase totais: os prédios caíam como se fossem folhas a cair de uma árvore, os automóveis e veículos estremeciam como se estivessem com frio, as pessoas não se conseguiam manter em pé e gritavam desesperadamente, tentando fugir, embora não conseguissem, para um lugar sem destino.
Conta a lenda que esse foi o acontecimento mais catastrófico de todos os tempos e que foram encontradas mais de 25.000 pessoas sem vida. Dizia-se que ninguém conseguira resistir a esse sismo.
Um rapaz chamado André, e que era apaixonado pela vida e pelo jornalismo, queria fazer uma entrevista sobre esse tal sismo, mas pensava: “ se ninguém sobreviveu como conseguirei fazer uma entrevista?”. Essa era a sua grande questão!
Resolveu procurar e, quando estava quase a desistir, lembrou-se de espalhar cartazes a dizer que quem tivesse assistido ao sismo deveria contactar o número: 912583685.
Durante muito tempo ninguém apareceu, mas as duas rapariguinhas que viveram no país onde ocorreu o sismo, já agora velhinhas, resolveram contactar o tal jornalista.
O André, o jornalista, nem queria acreditar quando apareceu alguém que podia fazer com que subisse na sua carreira. Mas, por fim, acalmou-se e começou a entrevista. As duas velhinhas, que quase nem conseguiam falar, pois a idade não as ajudava e os nervos também não facilitavam, ficavam muito nervosas quando falavam sobre o acontecimento.
Mas felizmente conseguiram acabar a entrevista, contando o que se tinha passado, o que construíram, o como sobreviveram e como se encontraram. Essas eram as principais perguntas da tal entrevista.
Assim as duas velhinhas ficaram conhecidas como: as duas grandes mulheres da história mundial.

Inês, 7ºA
A Sereia e a Estrela-do-mar

Era uma vez, no tempo da magia, uma linda sereia chamada Ariel.
Ariel era uma criança bonita, feliz e, sobretudo, muito, muito alegre, pois tinha tudo o que uma sereia poderia ter.
Até que um dia os pais desapareceram do grande oceano onde viviam, mas Ariel, como era muito pequenina, não se apercebeu do que se passara, embora sentisse a falta dos pais.
Os anos foram passando e Ariel estava cada vez mais bela e crescida. O seu grande objectivo na vida era encontrar aqueles que ela mais amava: os seus pais.
Todos os dias a bela sereia fazia uma caminhada pelo oceano, mas as suas buscas não davam em nada. Então Ariel começou a chorar sobre uma pedra.
Por entre as algas surgiu uma pequena estrela-do-mar que logo perguntou:
- Que se passa?
- Sou eu que estou cansada de procurar os meus pais, que desapareceram quando eu tinha 4 anos.
- A sério?! Não desanimes… eu vou ajudar-te e encontrá-los-ás.
E assim foi! A pequena estrela-do-mar ajudou a nossa sereia.
Num desses dias em que as duas amigas foram procurar os pais de Ariel, ela encontrou um dito “ príncipe encantado “. Nesse mesmo momento ele perguntou o que se passava na vida dela, pois ela estava muito triste. Ela contou-lhe e ele também se ofereceu para ajudá-la na sua tão intensa procura. Com o passar de tempo, foram-se conhecendo melhor e começaram a namorar.
No dia seguinte, foram até aos confins do oceano. O tão esperado dia deles (principalmente de Ariel) chegou. Encontraram os pais dela que tinham sido raptados e escravizados.
Os três amigos avançaram para as tirarem dali. Tiveram sorte, porque o seu raptor estava a dormir. Finalmente chegaram a casa e aí, Ariel apresentou-lhes a sua amiga estrela e o seu namorado. Eles também lhes contaram o que se passou quando foram raptados. Depois de matarem as saudades todas e estar tudo esclarecido, realizou-se o casamento mais lindo do oceano, entre Ariel e o seu noivo, com muitos convidados e um farto banquete e com participação especial dos seus pais e é claro da sua melhor amiga: a estrela-do-mar.

Eduarda, 7ª A
O poder de uma dança!

Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noite por holofotes.
Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta à avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.

Inês Sousa, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma grita que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, a gruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma cahave, leram a mensagem que dizia que quem encontra-se o tesouro o aproveita-se para fazer o bem, pegaram na chave abriram o baú e lá encontrava-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas
Os músicos saltitantes

Num belo palácio, na Austrália, vivia um lindo príncipe chamado Baltazar.
Baltazar vivia num mundo de sonho. E ele adorava a poesia e fazia belos poemas.
No palácio trabalhava uma bela moça, que trabalhava de noite e de dia, nem tempo tinha para dormir. Mas ela era uma das mais belas moças daquele palácio.
Um dia, ela e o príncipe cruzaram-se no corredor. Ele nunca a tinha visto, mas foi amor à primeira vista.
O príncipe não teve coragem de falar com ela, mas houve uma troca de olhares muito intenso.
A partir desse momento, príncipe andava muito feliz e cada vez os seus poemas eram mais belos, mas quando ele percebeu que ela uma simples empregada, também percebeu que o seu amor era impossível.
Numa manhã, eles encontraram-se no corredor e ele disse-lhe que queria casar com ela, mas ela disse que não podia e fugiu. Encontrou no jardim uns músicos saltitantes. Eles falavam a cantar e logo Ise adorou os músicos e ficaram amigos.
Os músicos eram feitos de pedra mas falavam. Mexiam-se, mas só tinham a cabeça.
Ise contou-lhe a sua história com o príncipe Baltazar e os músicos aconselharam-na a fugir com o príncipe, porque o rei nunca iria aprovar o seu namoro.
No outro dia, havia uma festa no palácio e o rei descobriu os músicos. Obrigou-os a ir cantar ao baile mas os músicos não queriam. No entanto, foram obrigados, pois se não cantassem eram destruídos. O baile era para arranjar uma noiva para o príncipe Baltazar.
O príncipe, à ultima da hora, decidiu não ir ao baile.
Ele foi ter com a bela Ise e fugiram do palácio. Porém Ise, antes de partirem disse que não podia ir sem levar os seus amigos músicos saltitantes. E assim foi! Eles fugiram e levaram os músicos com eles.
Enquanto o rei e as suas tropas andavam à procura do príncipe, enquanto todas as suas pretendentes choravam, Baltazar e Ise estavam felizes no seu barco com os músicos a cantarem a música “Innocence”.
Helena Catarina, 7ºA