segunda-feira, 24 de março de 2008



Boa Páscoa e continuação de boas férias




A Páscoa acontece no tempo da Primavera, quando as árvores florescem e os campos ficam plenos de flores multicolores.

Também nós devemos seguir o ciclo normal da vida: despertar e ressurgir de um tempo mais escuro.
Por isso, espero que esta Páscoa vos traga muitos docinhos, nomeadamente alegria, paz, saúde e prosperidade nos estudos.

Beijos de óptima interrupção lectiva e segunda-feira aí estaremos de novo, na escola, para darmos continuidade ao nosso trabalho.


sexta-feira, 14 de março de 2008



O amor à primeira vista

Num país longínquo, lá para o Oriente, vivia uma linda moura chamada Sofia. Era de uma beleza tão rara que todas as pessoas gostavam dela. Não só era linda como também era muito bondosa. Tinha cabelos compridos e olhos azuis e se havia coisa que ela sabia fazer bem era a dança do ventre.
Um dia chegou um novo habitante a aldeia. Era um vendedor e estava lá mesmo por causa disso. E então foi ao castelo da linda Sofia vender os seus produtos. Quando chegou e deu de caras com Sofia, apaixonou-se rapidamente por ela e ela por ele. Passados muitos dias, o seu AMOR falou mais alto e eles ficaram juntos, até que um dia ele preparou uma grandiosa surpresa para Sofia. Chegou a noite e eles viveram esse dia como se fosse o último.
Então Sofia lembrou-se e dançou para ele com um lenço vermelho, cor do amor.
Alguns dias depois, ele teve de partir, mas prometeu a Sofia que voltaria. Mas a verdade foi que ele nunca mais voltava. Então Sofia mandou-lhe uma carta que dizia para ele voltar. E assim foi… poucos dias mais tarde, ela recebeu resposta a dizer que voltaria na Quarta-feira desta semana. Juntamente com a carta vinha uma simples erva que servia para que ela nunca se esquecesse dele. E então na Quarta-feira da mesma semana ele voltou e então realizou-se o casamento mais lindo da aldeia.

Eduarda, 7ºA

quinta-feira, 13 de março de 2008

O poder de uma dança!

Há muitos, muitos anos atrás, no Oriente, existia um lindo e grande castelo. O castelo era constituído por muitas janelas e portas. Estava sempre iluminado, quer de dia pelo sol, quer de noite por holofotes.
Tudo era importante naquele castelo, mas havia uma grande atracção turística por causa da dança do ventre. Todos os anos, num determinado dia, fazia-se um concurso de dança do ventre e todos os países, onde se realizava esse género de dança, concorriam. Faziam uma grandiosa festa e no dia seguinte, era uma notícia nas imprensas dos jornais.
Havia uma moura que participava sempre nessa festa. Era costume trazer um lindo vestido com um lenço no pescoço. Sapatos altos e andava sempre muito bem penteada. Ninguém conseguia ganhar-lhe. Em todos os concursos era ela que ficava sempre em primeiro lugar. Quando dançava parecia que as ervas ficavam mais verdes, a brisa mais forte e o céu mais azul, pois dava gosto vê-la dançar. Era muito bonito!
Um dia, resolveu escrever uma carta á avó, a qual dizia o seguinte:
- Querida avó, obrigado por me teres ensinado a dançar, pois, se não fosses tu, não teria conseguido subir na vida e ser famosa como sou. Muito obrigada!
A avó ficaria contente em ler a carta, mas infelizmente não podia, tinha falecido. No fundo a linda moura sabia disso, mas não queria acreditar.

Inês Sousa, 7ºA
A caça ao tesouro

Era uma vez dois turistas que foram ao México á procura de uma grita que havia lá numa floresta; isto segundo relatos de uma velhinha que vivia nas suas terras natal. Então lá foram eles à procura do tesouro da gruta. Dirigiram-se para a tal floresta, avistaram a tal gruta e resolveram entrar. Quando entraram, agruta era baseada na escuridão, mas eles vinham prevenidos com uma lanterna e seguiram caminho. A gruta era assustadora e ameaçadora, mas eles continuaram a percorrê-la. Até que chegaram ao fim e depararam com uma parede que tapava tudo. Olharam, voltaram a olhar e repararam que lá em cima havia caminho. Então pegaram numa corda e subiram. Andaram, andaram e nada. Então a mulher disse que estava a ficar com fome e sede. Como esta estava faminta, o homem tirou o farnel que também tinha trazido. Comeram e beberam e continuaram a longa caminhada, até que viram um baú com uma mensagem e uma cahave, leram a mensagem que dizia que quem encontra-se o tesouro o aproveita-se para fazer o bem, pegaram na chave abriram o baú e lá encontrava-se cristais de gelo e muito, muito ouro. Levaram o baú e saíram da gruta. Quando chegaram a casa reflectiram e doaram o tesouro a uma instituição.
Com este gesto de solidariedade, ficaram conhecidos em todo o mundo.

Moral da história: não penses só em ti e lembra-te daquelas pessoas mais necessitadas.

Eduarda, 7ºA

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Um animal maravilhoso

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário porque a sua ferocidade provocava o terror em todos animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe um bicho muito estranho.

Esse bicho era uma leoa com pernas com pernas de mamute, um chifre no lugar da cauda e com a cauda na cabeça, tinha um olho grande e um pequeno, tinha um dos olhos verde florescente e outro laranja e tinha o pêlo tão azul, tão azul como as janelas e os placards da escola.
O lobo, que era tão feroz, ficou todo assustado e desatou a fugir. Então o bicho disse-lhe:
- Não fujas, não te vou fazer mal, volta aqui, por favor!
O lobo, para se armar em forte, voltou para traz e disse com uma voz grossa:
- O que queres e como te chamas?
- Chamo-me Yerfiberiominerifolitarinamizóica,- respondeu a leoa -e como te chamas tu?
-Chamo-me Lumania. Tu tens um nome esquisito disse o lobo.
Depois de uma longa conversa ficaram amigos, uma coisa estranha, pois o lobo não tinha amigos.
Mais tarde, a leoa soube das maldades do lobo e foi perguntar-lhe porquê é que ele era assim.
Ele ficou a pensar e decidiu deixar de fazer maldades.



Conclusão:

O lobo foi pedir desculpa a todos a quem tinha feito maldades e ficou amigo de todos os animais.
E todos viveram felizes para sempre!


Fim!!!!!!!!!

Vítor, 7ºB

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A força de acreditar

Num dia de chuva, com grandes trovões. Toda a cidade estava fechada em casa.
Dois meninos que foram abandonados pelos pais á uns anos atrás, estavam agora crescidos, mas continuavam sem casa, sem comida, sem uma cama para dormir. Então como estava aquele dia torrencial, resolveram procurar onde se abrigarem, pois estavam cheios de frio e fartos de ouvir aqueles trovões que metiam medo a qualquer pessoa.
De tanto procurar encontraram uma gruta ameaçadora que metia medo, era um horror, a escuridão era imensa e nem um pontinho de luz brilhava naquele sítio, apenas a claridade do dia que também não era muita. Mas resolveram abrigar-se por um bocadinho ali, e acabaram por adormecer de tão cansados que estavam.
No dia seguinte, todas as árvores estavam cobertas por cristais de gelo, ou seja nevoeiro. Continuava um frio de rachar e a sede é que não faltava as pessoas que ali viviam. Os meninos acordaram e saíram daquele sítio, pegaram nas mochilas e tomaram rumo ao caminho. Avistaram algo que brilhava lá no fundo da floresta, curiosos aproximaram-se e observaram uma corda mágica que ligava uma árvore a uma casa.
Ficaram fascinados pelo que viram. A casa era pequena, mas era linda. Resolveram entrar e avistaram um papel que dizia:
- “ Quem encontrar este bilhete lerá que foram destinados a ficar nesta casa, pois a força dos vossos corações trouxeram-vos até aqui.”
Então os meninos ficaram muito contentes, mas havia uma grande curiosidade neles. Pensavam a toda a hora quem seria que escreveu este bilhete. Era uma pergunta que iria ficar sempre dentro deles.
Inês, 7ºA

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O Amor move montanhas

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cercada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
O lobo ficou assustado. Quando deu fé, viu que era uma leoa, muito bonita. O lobo ficou logo apaixonado por ela, porque nunca tinha visto um bicho assim.
O lobo, de tão apanhadinho que estava, foi ter com a leoa e perguntou-lhe como é que ela se chamava:
- Olá, como é que te chamas?
- Eu chamo-me Estrela. E tu? – Perguntou a leoa.
- Eu chamo-me Lumania. Como é que vieste aqui parar?
- Eu vim viver para aqui há pouco tempo. Mas tu és tão mau... – Disse a Estrela.
- Eu não tenho ninguém. Sou muito solitário.
A Estrela ficou triste por saber que o lobo era solitário.
Então, um dia, chamou todos os animais da floresta, para lhes dizer que o lobo tinha mudado. Os animais acreditaram e vieram ver. O lobo, com tanto barulho, foi ver o que se passava. Os animais da floresta estavam a ouvir a leoa. O lobo chegou ao pé da leoa e disse:
- O quê estás a fazer?
- Eu estou a ajudar-te a fazer amigos!!!
- Por que estás a fazer isso por mim?
- Porque estou apaixonado por ti! – Disse a leoa
- Eu vou confessar-te uma coisa: eu também gosto de ti.
Os outros animais da floresta ficaram admirados ao ver que o lobo também tinha sentimentos. Assim o lobo tornou-se amigo de todos, e ele e a leoa ficaram felizes.

♥♥♥ Miriam, 7ºA

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O Lobo feroz

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobosolitário porque assua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros os lobos . E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando vi, ou longe, ao bicho muito estraho.
O lobo aproximou-se para ver o tipo de animal que ali estava. Era um dinausouro . Ele quando se apercebeu que era um dinossauro, fugiu com medo.Ele era grande, de dentes afiados e muito barulhento. Á noite, o dinossauro foi á procura de cimida e viu o lobo. A precebru-se então que ele estava com muito medo. O dinossauro disse-lhe:
- Olha, como te chamas?Tens medo de mim?
Ele respondeu com muito medo:
- Eu chamo-me Jacke e , sim, estou com muito medo de ti!
O dinossauro disse-lhe com tristeza:
- Não tenhas medo de mim! Eu não como pessoas, eu sou vegetariano, só como erva.
O lobo sorriu, mas sempre com cautela.
O dinossauro disse-lhe:
- Tu, como lobo, quando tem fome, comes pessoas e animais inufensivos, e eu não gosto disso.
O Jack respondeu:
- Sim, é verdade!Eu tenho de comer animais para sobreviver, senão morro à fome!
O dinossauro disse-lhe, um pouco zangado.
- Olha, meu pequeno não devias de comer animais inofencivos. Eles não têm culpa de não teres comida. O meu pai sempre me disse que não devia comer animais mais pequenos só para dizer que se é mais forte. Olha, gostvas que eu te comesse para me sentir mais forte? Achas que isso está certo?
Ele, muito envergonhado, disse:
- Tens razão, eu não tenho direito de comer alguém.
O Jack, a partir desse dia nunca mais comeu nenhun animal. Tornou-se vegetariano.
O dinossauro ficou como o " Rei de Selva". O Jack aprendeu a sua lição e a selva viveu feliz para sempre.


Conclusão: Nunca devemos acharmo-nos os " maiores", porque um dia podemo-nos arrepender por aquilo que fazemos.


Fábio, 7º E
A boa mudança

Era uma vez um lobo que vivia num bosque longe de todos os animais da floresta. Todos os animais da selva tinham terror ao lobo, porque este metia medo a todos aqueles que se aproximavam dele.
Entretanto, um gato aventurou-se e foi à floresta falar com o lobo lumania. O gato convenceu o lobo a falar com ele e este aceitou, mas estava um pouco feroz e desconfiado com aquela visita surpresa.
O gato tico e o lobo lumania tiveram uma longa conversa durando imenso tempo. Aquela conversa, parecia durar para sempre. O que e facto è que lhe disse, mas parece que valeu a pena o esforço do gato tico.
O gato tico ficou a ser a melhor amigo do lobo. O lobo ficou muito mais feliz devido à visita do gato que o fez mudar pela positiva. Todos os animais adoraram fazer uma festa na floresta com o lobo Lumania.

Fátima, 7ºE
Lumania, o lobo solitário

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, numa bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
O bicho muito estranho era uma gazela muito forte, pois era macho dominante. O lobo ficou embasbacado com a gazela ser tão grande ele nem se aproximou dela. A gazela aproximou-se dele e ele, cheio de medo, correu para a sua toca. Uma vez enfiado lá dentro, pescava que estava em segurança, mas não, porque a gazela, ao encolhesse, que era mais pequena que o lobo. O lobo disse para a gazela não a ia. Ela só estava abandonada, perdida da sua manada ela só queria fazer amigos. Quando a gazela lhe contou acontecido ficou contente. A partir desse dia a gazela e o lobo passaram a ser amigos, e o lobo deixou de ser solitário e passou a ser defensor da floresta.

Bruno, 7ºE

O animal selvagem

O animal selvagem

Ele achou muito estranho, mas pensou: " será que vai ser mais um daqueles animais que irão ter medo de mim."
Ficou todo contente, porque pensava que era mais um que ele poderia assustar e humilhar.
O animal foi-se aproximando cada vez mais e, enquanto isso, o lobo escondeu-se atrás de um arbusto para lhe pergar um susto. Logo o leão chegou ao local.
O lobo saiu detrás do arbusto, pensando que o iria assustar, mas naõ. O leão perguntou-lhe o que estaria ele a fazer ali escondido e ele disse:
- Nada!
Nada? Não estarias a fugir de alguém?
- Claro que não! Que ideia mais parva . O leão, rindo-se dele, foi caminhando pela a floresta.
O lobo, todo chateado, lá foi a resmongar e a falar sozinho.
Interrigava-se de como foi aquele animal capaz de o enfrentar.
- Aquele animal nojento vai paga-las todas, vai ver!
O leão era novo naquelas bandas.
O lobo não sabia o tipo de animal que ele era, não fazia ideia.
O lobo estava convencido que era o maior. No dia seguinte, o leão fê-lo passar tamanha vergonha que ele pensou em nunca mais iria sair de casa, mas estava todo agradecido ao leão por ter feito tamanha acto de coragem.

Conclusão: O lobo nunca mais se meteu com ninguém e os animais de floresta decidiram fazer uma festa. O lobo acabou por ser expulso da floresta.

Lúcia, 7ºE

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Mélani, a fada dos olhos azuis

Era uma vez um grupo de fadas que, quando anoitecia, voava pelos céus.
Um dia, uma das fadas desapareceu e ninguém mais a viu. Estava num bosque, presa numa garrafa, porque uma bruxa queria matá-la, por causa da sua beleza. Essa fada chamava-se Mélani, os seus olhos eram azuis e o seu corpo era muito pequeno, brilhante e leve como uma flor.
Mas, um dia, um príncipe passou no bosque a cavalgar e ouviu alguém gritar
- Socorro! Socorro!Alguém me ajude.
Ele foi ter com ela, libertou-a e ela disse-lhe:
- Obrigada! Muito obrigada!
Ele pegou nele e disse-lhe:
- Deves estar cheia de fome?
Ela respondeu:
- Pois estou… Há dois dias que não como!...
- De que frutas gostas? – perguntou o príncipe.
- De morangos. – disse a fada.
- Então, eu vou levar-te junto a um rio, pois lá há muitos morangueiros.
Chegaram lá e encontraram um peixe muito grande que se chamava Nemo. A Mélani perguntou ao príncipe onde estavam os morangueiros. O peixe respondeu-lhes, dizendo que estavam do outro lado da margem do rio. A mélani agradeceu ao Nemo e foi-se embora. Chegaram à outra margem e saciaram a sua fome. O príncipe levou-a para o seu castelo e disse a Mélani:
- Gosto muito de ti e quero casar contigo. Aceitas?
- Claro que sim! Eu também gosto muito de ti.
O príncipe ofereceu-lhe um anel de noivado e passado um mês casarm-se.

Carla, 7ºA
As fadas, a fada e o príncipe

Era uma vez uma bela fada que andava muito triste com as suas irmãs fadas. Uma das suas irmãs fadas conheceu um belo príncipe. Esse príncipe era muito conhecido no seu reino, pois ele era muito bonito. As raparigas do seu reino adoravam-no.
O castelo onde morava tinha um belo jardim. Um dia, o príncipe ia a passear pelo seu jardim quando encontrou uma bela flor. Essa flor parecia o sol, pois era muito brilhante.
A fada tinha um gatinho chamado Pintas. Ele era muito bonito e adorava morangos
O príncipe só pensava na fada que tinha conhecido… Ele achava-a linda e ela também sentia o mesmo. Um dia, encontraram-se e o príncipe convidou-a para dar um belo passeio à beira do rio. A fada aceitou e a felicidade dela era bem visível, pois o seu amor por ela era enorme. No dia seguinte, lá estavam os dois a passear… Eles entretanto encontraram um peixe e começaram a chamar-lhe de Laranja, porque o peixe era todo cor-de-laranja.
A fada das fadas, a fada Lua, casou com o seu amor, o príncipe Caio e assim acabou a história de um grande amor.

Cátia, 7ºA
O reino das fadas

Era uma vez um reino cheio de fadas. Elas gostavam muito de flores. Um dia uma das fadas foi falar com um peixe chamado Nemo. Ele era muito lindo e também sabia falar acerca de muitas coisas interessantes que se passavam no castelo.
O príncipe Ramirez nunca pensou que as fadas existissem, mas também nunca veio a saber se existiam ou não. Um dia, o príncipe pediu um gelado de morangos com creme de baunilha à sua empregada Albertina. Quando a empregada abriu a porta do armário, viu um anel com um diamante. A empregada Albertina entregou o anel ao príncipe e este disse-lhe:
- Oh! O anel da minha falecida mulher! Muito obrigado Albertina! – disse o príncipe a Albertina.
- De nada, senhor! – exclamou a empregada.
O príncipe, como não tinha nada para a recompensar, deu-lhe uma bela flor do seu jardim, que ele próprio tinha tratado.
E assim acaba a história, que, como nós gostamos, teve um final feliz.

Emanuel, 7ºA
Catarina e as abelhas

A Catarina vivia numa cidade à beira-mar. Aí o Sol iluminava todos os seus recantos, desde o amanhecer até ao pôr-do-sol. Ela era muito feliz, pois adorava o mar. Adorava correr e rebolar pela areia, mas também gostava de observar o mar, e, de vez em quando, avistava um navio. Como também havia um aeroporto perto da cidade, ela olhava para o céu e via muitas vezes aviões. A qualquer hora do dia que ela olhasse para o céu, avistava sempre um avião.
Um dia, ela foi dar um passeio pelo campo, que ficava a alguns quilómetros da cidade. Levava uma cesta de piquenique que continha: sumo, pão, mel, queijo, laranjas, entre outras coisas. Pousou a cesta, correu, saltou, caiu e brincou por entre as ervas e as flores, sentindo-se a criança mais feliz do mundo. Quando se cansou, foi buscar a cesta de piquenique e procurou um sítio bonito para lanchar. Encontrou então uma árvore enorme com erva rasteira a rodeá-la. Tudo parecia perfeito se não fossem as abelhas. A única coisa em que a Catarina não reparou foi na colmeia de abelhas que estava por trás da árvore. Catarina, ao ouvir aquele zunido, voltou-se e viu um enxame de abelhas a virem direitinhas a ela. Desatou a correr, só parando quando estava à porta de casa, já na cidade. Entrou em casa num estado lastimável e a mãe perguntou-lhe, como qualquer mãe teria feito:
- Catarina, meu amor, que se passou?
Catarina contou tudo à mãe e disse-lhe que nunca mais iria ao campo.


Lígia Ferreira
Nº16 8ºA

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

A História de Lumania

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora uma bela manha passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho.
Nunca ninguém tinha visto assim um bicho!!! Era pequeno, tinha cinco patas, tinha algumas penas e espinhos. Quando chegou à beira do Lumania explicou-lhe que tinha sido mandado pelo chefe da floresta para falar com ele perceber porque é que ele era tão feroz. Todos se queixavam que tinham medo dele.
O Lumania, com uma cara muito triste, disse-lhe que tinha saudades da sua família e que estava muito revoltado, pois Lumania tinha-se perdido dos pais há muitos anos, quando davam um passeio pela floresta. O bicho disse que compreendia a situação dele, mas ele não podia agir assim com as outras pessoas e que o melhor era ele procurar a sua família.
O Lumania concordou e prometeu mudar a sua maneira de ser
No outro dia, foi-se despedir de todos os animais da floresta. Ficaram todos amigos. Chegada a hora de ir embora o Lumania até se emocionou.
E partiu floresta fora, sem pensar no amanhã. Pois a sua família era tudo para ele.

Helena Catarina, 7ºA
Uma conversa significativa

Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho. Aproximou-se e observou um animal muito bonito, era grande, com asas brancas, e tinha um bico muito aguçadinho. Era um cisne chamado Gugu pelos amigos e familiares. Só que tinha um pequeno defeito: só tinha uma perna, pois tinha acabado de sofrer um acidente.
O lobo, então com aquele ar feroz, perguntou:
- Que fazes aqui? Pato feio!
- Eu não sou feio e o meu nome é Gugu. E tu como te chamas?
- Eu sou lobo e esse é o meu próprio nome. E não vou estar aqui a falar contigo, porque tenho mais que fazer!
- Vais ter com os teus amigos?
- Não. E não tenho que te dar explicações sobre a minha vida. Afinal eu não te conheço de lado nenhum.
- Tu não vais ter com os teus amigos, porque tu não os tens.
- Como sabes isso – perguntou o lobo furioso.
- Eu sei isso, não só pela maneira como me respondes, como também sou vidente, vejo o futuro. E sei que tu não tens amigos. Mas, um dia, vais tê-los…
- Cala-te! Tu não sabes o que dizes.
- Sei! E vou ajudar-te com tudo o que precisares e tens já um amigo, eu!
Depois de uma longa conversa, o Gugu chamou-o á razão e ele percebeu que não podia continuar assim. Pouco a pouco conquistou todos os animais da floresta e percebeu que não tinha valido nada ter sido assim.
Não é a ferocidade que nos faz mais que os outros.

Inês, 7ºA
Um dia melhor na vida de um lobo

No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz que se chamava Lumania. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um bicho muito estranho. Então o lobo aproximou-se, muito assustado, e, por entre os arbustos, viu o tal bicho estranho. Logo reparou que estava com muito medo. Mas para nada... porque o bicho era um simples esquilo que estava ferido. E então Lumania disse:
- Oh! Estás ferido, quem te fez tanta maldade?
- Foi uma armadilha que os caçadores humanos poseram aqui camuflada no meio destas ervas. Eu ia a passar para ir ter com a minha mamã a casa e aconteceu-me isto.
- E a tua mamã sabe que estás aqui preso?
- Não, esse é o problema, porque já devia ter voltado para casa. A minha mamã deve estar muito preocupada...- Dizia o esquilo muito triste e a chorar.
- Eu vou ajudar-te, vou tirar-te isso e logo peço ajuda à tua mãe para vir cá rapidamente.
Então Lumania tirou-lhe a armadilha que prendia a patinha do esquilo e de seguida, foi ter com a mãe do esquilo, contou-lhe o que se passara. Ela foi logo com o lobo Lumania ter com o seu filhote.
Chegaram lá e o esquilito lá estava com a pata ferida.
E então disse:
- Mamã, estás aqui!!!
- Sim, filho, e trouxe as coisas para te curar.
O que a mãe disse foi logo feito: tratou o filhote e quando iam para casa o lobo Lumania perguntou ao esquilo:
- Como é que te chamas?
- Eu sou o esquilo Tátá.
- Ok, eu sou o Lumania.
- Vamos ficar muito amigos.
- Claro que sim, Tátá.
Conclusão:
E, então, a partir daí, ficaram muito amigos e nesse dia, o lobo Lumania foi jantar a casa do esquilito. Com o passar do tempo, o esquilo Tátá ajudou o lobo Lumania a ser um lobo melhor. E assim já falava para todos os animais e ficou a ser o animal mais apreciado da floresta.

Eduarda, 7ºA

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Uma Simples Resposta De Amor

Num dia lindo de calor, uma bela princesa estava na praia a chorar, porque a sua mãe tinha acabado de falecer. Ela pediu às suas fadas que lhe dessem força para parar de chorar e levar a sua vida para a frente. Por acaso, um príncipe passou por ali mesmo em direcção ao local onde estava sentada a princesa. Depois de uma longa conversa contando por que razão chorava tanto, aquela princesa foi convidada pelo príncipe para o acompanhar ao seu castelo. Na chegada mostrou-lhe todas as divisões que o constituíam. Mandou servir, para o almoço, peixe e o melhor prato que o cozinheiro conseguia cozinhar. Para a sobremesa, mandou servir morangos, porque era o fruto que a linda princesa mais apreciava. A mesa estava linda e tinha uma jarra com uma flor pequenina, mas muito bonita, pela qual a princesa ficou fascinada.
No fim de almoçarem, o príncipe levou-a a conhecer os seus campos, cobertos de flores, rodeados de enormes árvores de fruto e com algumas plantas silvestres…
Os dias passaram e o coração batia de amor. Entretanto, o príncipe contou-lhe tudo o que sentia por ela, pedindo-a em casamento, oferecendo-lhe um lindo anel.
A princesa ficou surpreendida, mas só podia dar uma simples resposta: também estava apaixonada, por isso aceitou imediatamente o convite.

Maria Inês, 7ºA


Uma história de amor

Era uma vez um príncipe que vivia num belo castelo. Tinha tudo para ser feliz, mas faltava-lhe o mais importante, o amor. É que na sua vida tinha acontecido uma grande tragédia: o seu grande amor tinha desaparecido. Eduardo, o lindo príncipe, acreditava que a sua amada, Eduarda tinha sido raptada, mas não sabia muito bem a razão para tal coisa.
Então, um dia, resolveu procurar a amada. Foi assim que se pôs a caminho. Procurou-a por todo lado, mas esta procura não deu resultado. Até que, a certa altura, parou o seu belo cavalo branco, porque à sua frente estavam três lindas fadas, que lhe perguntaram:
-Olá, lindo príncipe, onde ides tão triste?
E ele respondeu:
-Eu? Eu vou procurer a Eduarda, a minha namorada, que foi raptada. Será que me podem ajudar?
-Claro que sim! Vamos dizer-te que caminho vais seguir e lá mesmo a meio encontrarás um peixe chamado Erasmo que te dirá onde se encontra a rapariga.
Então Eduardo fez aquilo que as três fadas disseram. Até que, mesmo a meio do caminho, encontrou um rio e disse:
- Bem, deve ser aqui que se encontra o peixe Erasmo.
E então chamou:
- Erasmo, peixe Erasmo!
- Sim, quem me chama?
- Sou eu, o príncipe Eduardo.
- Olá Eduardo! Então que queres?
- É a minha bela Eduarda... Acho que foi raptada.
- Sim, já sei de quem estás a falar. Olha, ela foi mesmo raptada. Foram dois bandidos que a levaram para a antiga casa do lenhador que morava aqui na floresta. Sabes onde fica?
- Sim, sei.
- Então vai e boa sorte.
Eduardo foi rapidemente para a tal casa e quando lá chegou, desceu do cavalo branco e abriu a porta. Então lá estava a bele Eduarda. Por sorte não estavam lá os vandidos. E então logo a salvou e foram para o castelo. Depois desta grande e preocupada viagem, Eduardo, sem evitar, pegou na mão dela de Eduarda e pediu-a em casamento, ela claro, aceitou. Colocou um anel que tinha no bolso na mão dela e, de seguida, ofereceu-lhe uma linda flor. Que apanhara à beira de uma árvore, ondehavia muitos morangos.
Depois realizou-se a cerimónia de casamento e viveram muito felizes para sempre.

Eduarda, 7ºA

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Meninos:

Vamos lá começar a trabalhar!

Desta vez proponho-vos que façam uma composição bem elaborada e criativa onde utilizem um dos seguintes grupos de palavras:



fadas; anel; peixe; castelo; flor; bela; morangos; príncipe;

OU

amor; amizade; cão; jardim; Bibiana; rosa; mar; conchas.


Não se esqueçam de dar uma sequência lógica à vossa história.



Bem vindos ao 2º peródo

Espero que venham cheios de vontade para iniciar este novo período lectivo.

Trabalhem muito e estudem o mais possível, para atingirem a meta esperada para todos vós: passar de ano com excelentes notas.

Não desiludam os professores nem os vossos pais, pois estamos todos a apostar em todos vós.

Um enormíssimo abraço da vossa professora de Língua Portuguesa!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Fomos uns valentes!

Fomos capazes de sobreviver trezentos e cinco dias entre faltas disto e daquilo, mal entendidos, agressões, palavras duras e injustas, dores de cabeça provocadas pela falta de tempo que teimava em não nos deixar, ausência dos que amamos, o doer o esqueleto ao acordar, a falta de serenidade e a inteligência para ouvir os outros, o saber perdoar, a dor física e espiritual, a constatação de que somos uma pontinho no Universo, ...

Bom, tudo isto foi superado!

Por vezes encontrámos obstáculos difíceis de ultrapasar! Porém a pedrinha no sapato, que nos dificultava o andamento, acabou por saltar. E ... o Sol raiou com toda a sua força possível e, à noite, a lua mostrou uma claridade que não é dela, mas que tornou as noites suaves e serenas.

Ora, agora temos de continuar esta odisseia!

Mas o que será preciso para atingir os nossos desejos mais profundos? FORÇA, MUITA FORÇA...

Resta-me, portanto, desejar-vos um bom ano de 2008 para todos vocês, esperando que todos os vossos desejos sejam concretizados na perfeição!

Boas festas e óptimo ano de 2008

Olá amiguinhos:


Nesste clima de festa, luzes, músicas, sorrisos... envio-vos o meu mais sincero abraço de boas festas!

Desejo-vos um Ano Novo repleto de realizações pessoais! É evidente que cada um de nós terá que fazer um esforço para tornar este mundo melhor.

Que este novo ano seja cheio de saúde, de alegria, de paz e prosperidade.Que não faltem motivos para ser feliz e que neste ano vocês superem os vossos limites, conseguindo vitórias em todos os domínios.
Acreditem em vocês, porque a confianca é o caminho certo para se atingir muito sucesso.

Um abraco carinhoso desta vossa professora!

domingo, 25 de novembro de 2007

Texto a ser publicado na 1ª edição do jornal da nossa escola

Os blogs do 7ºA e do CEF – visita guiada

Neste ano lectivo, a disciplina de Língua Portuguesa conta com uma nova actividade, que pretende aplicar, de forma activa, as novas tecnologias ao ensino.
O que desejo é aliar a Língua Portuguesa com a informática. Os alunos estão a assentar, nos blogs criados, o que aprenderam nas aulas. Portanto, aprende-se aplicando e, em conjunto, estamos a embelezar um jardim de palavras.
Trata-se, neste caso, da criação de dois blogs: um com os alunos do 7ºA (registando-se, de igual forma, a colaboração dos discentes dos 7ºB e E) e outro com os alunos do CEF3 – Operadores de Armazém.
Os alunos mostram-se muito empenhados, dedicados e interessados pelos mesmos. Tal é visível no número de trabalhos já realizados e colocados nos blogs, assim como nos comentários que os discentes vão fazendo a cada uma das postagens.
É evidente que todo o trabalho exposto não deverá ficar no segredo dos deuses, isto é, entre os alunos das turmas com quem eu estou a fazer esta actividade e entre os respectivos docentes, que também têm conhecimento do mesmo e que fazem similarmente os seus comentários. O que eu e os meus discípulos queremos é dar a conhecer os trabalhos elaborados a toda a comunidade escolar e que se encontram nos seguintes endereços, que todos vós deveis visitar. São eles:
http://asletrasdo7a.blogspot.com/
e
http://www.crescendonaescoladasletras.blogspot.com/

Para terminar, resta-me convidar-vos a fazer uma viagem pelas duas odisseias do saber.

A professora Sofia Pereira

Carta informal - À minha amiguita ... sobre Cleópatra


Toutosa, 21 de Novembro de 2007

Olá amiguita!

Esperamos que, ao receberes esta carta, estejas bem de saúde. Nós, por cá, estamos muito bem.
Estamos a escrever-te esta carta para te dizer que, na aula de Língua Portuguesa, estivemos a ver um filme muito divertido e interessante: Astérix e Obélix-Missão Cleópatra.
Para te abrir a curiosidade, vou contar-te um bocadinho da história. As principais personagens principais são as seguintes: Astérix, Obélix, Ideiafix e o Panóramix. Estes são Gauleses que vão ajudar Numeróbis, os arquitectos escolhido por Cleópatra (a Rainha da Rainhas do Egipto) a erigir um palácio para César. Temos também César, Cleópatra, e os dois arquitectos da rainha.
A ideia de construir o maior e mais sumptuoso palácio de Alexandria, no Egipto, surgiu de uma aposta entre Cleópatra e César. Este, duvidando das palavras da Rainha Egípcia, ouviu da boca desta última, as palavras seguintes:
“Construirei o palácio mais sumptuoso que jamais ousaste ver e ele será erigido em tua honra. Quando vieres a Alexandria, terás onde te ficar.”
Bom, não vou contar-te mais nada acerca do filme… Assim não teria piada nenhuma! Quero que o vejas com atenção e que descubras se o palácio foi construído ou não…
Agora vou despedir-me, pois está quase a dar o toque de saída.

Muitos beijinhos fofos:
Da turma do 7ºA e da professora Sofia


P.S.
Sabes que nós não estivemos a ver o filme em vão! Com ele estudámos como se escreve uma carta informal e também fomos ao encontro do que estamos a estudar, neste momento, nas aulas de História.
Como se costuma dizer, mataram-se dois coelhos com apenas uma cajadada.

Agradecimento do 7ºA ao Conselho Executivo da nossa escola de Toutosa


Maria Clara Pereira Leão
4635-524 Toutosa
Livração – Marco de Canaveses


Toutosa, 20 de Novembro de 2007

Excelentíssima Presidente
do Conselho Executivo
da Escola EB2,3 de Toutosa
Maria Clara Pereira Leão


Vimos por este meio, agradecer a sua colaboração e disponibilidade em ter visitado a nossa feira composta por várias barraquinhas das diferentes turmas.
Também agradecemos a sua autorização para realizarmos a Feira de S. Martinho no campo de jogos da nossa escola.
De igual modo vimos fazer um pedido:
gostaríamos que esta actividade continue a ser realizada por muitos e longos anos.


Com os nossos melhores cumprimentos

Alunos do 7ºA e Professora Sofia

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

A Feira de S. Martinho do 7ºA

No dia 9 de Novembro de 2007, houve, na nossa escola, a já tradicional Feira de São Martinho.
Como era de esperar, nós também quisemos participar activamente. Em primeiro lugar decorámos a nossa barraquinha com um cartaz em plástico, onde colámos letras bastante coloridas e folhas. Neste cartaz, que foi colocado na parte superior da barraca, dizia: os 26 Artistas Habilis. Na parte inferior, colocámos outro cartaz, agora com a designação da nossa turma: 7ºA.
Não é para nos gabarmos, mas a nossa barraquinha estava bem bonita e recheada com muitos produtos.
Todos nós trouxemos uma coisinha para alegrar o nosso pequeno, mas bem aproveitado espaço. A Eduarda fez um bolo de leite, que foi levado para a actividade que se realizou à tarde na Biblioteca, de seu nome "Chá com Letras".O Lúís e o Emanuel trouxeram, cada um, um bolo de chocolate. Já a Ana Isabel preferiu brindar a feira com a sua tarte de natas e a Cristina abrilhantou a nossa mesa com deliciosos bolinhos de côco.
Mas não pensem que na nossa barraca havia apenas bolos!... Também tínhamos geleia caseira, ovos das galinhas das nossas mães, diospiros, pastilhas elásticas e gomas.
Para que a mesa ficasse mais arranjadinha, a Eduarda trouxe um belo arranjo, que foi colocado no seu centro.
A nossa simpatia bastou para vendermos tudo. Hi! Hi! Hi! Bom, tudo não... Sobrou-nos uma caixinha com diospiros, que nós resolvemos oferecer à nossa professora de Língua Portuguesa, a professora Sofia.
E como o São Martinho sem castanhas e sem sol não é nada, a escola deu-nos castanhas assadas, que nós já tínhamos entregue, à nossa Directora de Turma, cortadas e cruas. O São Pedro também não se esqueceu de nós e brindou-nos com o sol radioso, que alegrou, uma vez mais, a nossa festa.
A turma do 7ºA


Momento em que estávamos embrenhados na preparação da nossa barraquinha



Aqui estamos nós! Que acham?

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A Feira de S. Martinho da nossa escola de Toutosa

Feira de São Martinho

A feira de São Martinho comemorou-se no dia 9 de Novembro de 2007, na nossa escola de Toutosa.
Gostámos muito desta festa, porque foi muito divertida e não tivemos aulas da parte de tarde.
Nesta feira, tivemos jogos tradicionais, como o jogo do saco, das laranjas, das andas e o dos pés juntos. Várias turmas participaram e no 7º ano, a turma B ganhou os jogos tradicionais.
Para além dos jogos, decorámos as barraquinhas, que foram gentilmente cedidas pela Câmara Municipal do Marco de Canaveses. Muita gente veio visitar a feira, principalmente familiares nossos. As pessoas investiram na compra de vários produtos, como, por exemplo, legumes, ovos, bolos, pipocas, doces, bifanas, roupa de bebé, entre muitos mais. Muito havia para comprar e até coelhos, galinhas, periquitos, patos e cães podiam ser adquiridos por toda a comunidade escolar e visitantes.
As pessoas acorreram à nossa feira com grande entusiasmo mas achamos, que por falta de dinheiro, houve menos adesão a este evento.
Como o São Martinho se festeja todos os anos, também nós gostaríamos que para o ano continuasse a realizar-se com muita alegria e vivacidade.
Também deixamos aqui uma sugestão da nossa turma: pensamos que as barracas poderiam ser dispostas por todo o campo, de forma a haver uma maior mobilidade dos visitantes. Por exemplo, poderiam ficar colocadas de forma oval, de modo a toda gente se ver.

A turma do 7ºB